PSICOPEDAGOGIA NEUROPSICOLÓGICA - ESPAÇO PARA DISCUSSÃO DE TEMAS RELATIVOS A PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA. EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PSICÓLOGOS.REABILITAÇÃO COGNITIVA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA. TEMAS RELACIONADOS AO ESTUDO DA PSICOPEDAGOGIA, PSICOLOGIA CLÍNICA, NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA E REABILITAÇÃO COGNITIVA - DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM, SÍNDROMES DA APRENDIZAGEM - EDUCAÇÃO SEXUAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

sábado, 15 de outubro de 2011

EU CONHEÇO ESSE CARA.... CRIADOR DA TEORIA DE CEREBRO TRIÁDICO

EU CONHEÇO ESSE CARA....

ELE É O CARA!!!


ELE É UM DOS BRILHANTES BRASILEIROS QUE BATALHOU E MUITO....
PORÉM, AINDA NÃO FOI DEVIDAMENTE RECONHECIDO POR SEUS PATRIOTAS.
PENA...MAS ESTÁ SENDO REVERENCIADO PELOS NOSSOS IRMÃOS LATINOAMERICANOS E POR OUTROS TANTOS PAISES DA EUROPA, ASIA, AFRIA ETC. QUEM SABE UM DIA, OS BRASILEIROS APRENDAM A DAR VALOR A INTELIGENCIA BRASILEIRA???




ttp://www.youtube.com/watch?v=7mIqa60B220&feature=related

Evolução do nosso cérebro

http://www.youtube.com/watch?v=TJ0kOAzVBYw

ESSE É O INÍCIO DE TUDO....TUDO QUE SOMOS, PENSAMOS E AGIMOS ATUALMENTE....PARA ONDE IREMOS? O QUE REALMENTE QUEREMOS? SERÁ QUE CONSEGUIREMOS?

Evolução do nosso cérebro

http://www.youtube.com/watch?v=TJ0kOAzVBYw

ESSE É O INÍCIO DE TUDO....TUDO QUE SOMOS, PENSAMOS E AGIMOS ATUALMENTE....PARA ONDE IREMOS? O QUE REALMENTE QUEREMOS? SERÁ QUE CONSEGUIREMOS?

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

médico: uma profissão que salva vidas?

Médico: uma profissão que salva vidas?

By:VMC

Dando continuidade ao nosso papo sobre orientação vocacional, mais especificamente sobre a profissão de Médico, deparei-me com um grande dilema: Se a profissão promete salvar vidas, é inevitável lembrar das recentes reportagens de todas as mídias em nosso país e fora dele também, onde nenhum (ou alguns) médicos não tem conseguido salvar vidas em países de economia desequilibrada , equilibrada, ou na iminência de falência perante as bolsas de valores mundiais.

(vide cotação das bolsas de valores internacionais).

Essa constatação me fez novamente refletir sobre a dicotomia ideológica que mobiliza uma sociedade em pleno “status” de candidata a participar do hall dos países de “primeiro mundo”. Atualmente, de acordo com as estatísticas o Brasil é a oitava economia mundial.

Descartando todas as considerações plenamente cabíveis nesse momento histórico onde a Somália registra altíssimos índices de crianças anoréxicas e outros milhares morrendo de inanição, é quase uma heresia falar de medicina como uma profissão que salva vidas!

Será que, o que mobiliza tantos jovens adolescentes a disputar uma vaga em uma universidade pública em nosso país, para cursar medicina, seria a vontade, o desejo, a vocação de salvar vidas? Não se trata de uma provocação porém, é sempre interessante ressaltar que a maioria dos jovens (95%) que concorrem a uma vaga no curso de medicina em todo o país é movida pelo “status” que a profissão mantém por uma sociedade hipócrita uma vez que a medicina familiar, preventiva, curativa e ...”divina”, não passa de um engodo ou um “me engana que eu gosto” nutrido por tais famílias, pela mídia e pela inocência e/ou ignorância do juramento de Hipocrates. A propósito, quem não o conhece, por gentileza o faça agora .... " Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes. Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva. Conservarei imaculada minha vida e minha arte.
Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam. Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados. Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça." (in:
http://www.todabiologia.com/pesquisadores/hipocrates.htm)

Considerando a evolução da humanidade e todas as suas conseqüências da modernidade, (na torcida para que os advogados não tenha conhecimento deste juramento), e considerando a ilusão de famílias e jovens, vítimas dos efeitos colaterais dos super-heróis da TV estou plenamente convencida que Hipócrates está se revirando...

(continua depois...)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

AS CONTRADIÇÕES HUMANAS

Médico: uma profissão que salva vidas?

By:VMC

Dando continuidade ao nosso papo sobre orientação vocacional, mais especificamente sobre a profissão de Médico, deparei-me com um grande dilema: Se a profissão promete salvar vidas, é inevitável lembrar das recentes reportagens de todas as mídias em nosso país e fora dele também, onde nenhum (ou alguns) médicos não tem conseguido salvar vidas em países de economia desequilibrada , equilibrada, ou na iminência de falência perante as bolsas de valores mundiais.

(vide cotação das bolsas de valores internacionais).

Essa constatação me fez novamente refletir sobre a dicotomia ideológica que mobiliza uma sociedade em pleno “status” de candidata a participar do hall dos países de “primeiro mundo”. Atualmente, de acordo com as estatísticas o Brasil é a oitava economia mundial.

Descartando todas as considerações plenamente cabíveis nesse momento histórico onde a Somália registra altíssimos índices de crianças anoréxicas e outros milhares morrendo de inanição, é quase uma heresia falar de medicina como uma profissão que salva vidas!

Será que, o que mobiliza tantos jovens adolescentes a disputar uma vaga em uma universidade pública em nosso país, para cursar medicina, seria a vontade, o desejo, a vocação de salvar vidas? Não se trata de uma provocação porém, é sempre interessante ressaltar que a maioria dos jovens (95%) que concorrem a uma vaga no curso de medicina em todo o país é movida pelo “status” que a profissão mantém por uma sociedade hipócrita uma vez que a medicina familiar, preventiva, curativa e ...”divina”, não passa de um engodo ou um “me engana que eu gosto” nutrido por tais famílias, pela mídia e pela inocência e/ou ignorância do juramento de Hipocrates. A propósito, quem não o conhece, por gentileza o faça agora .... " Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes. Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva. Conservarei imaculada minha vida e minha arte.
Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam. Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados. Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça." (in:
http://www.todabiologia.com/pesquisadores/hipocrates.htm)

Considerando a evolução da humanidade e todas as suas conseqüências da modernidade, (na torcida para que os advogados não tenha conhecimento deste juramento), e considerando a ilusão de famílias e jovens, vítimas dos efeitos colaterais dos super-heróis da TV estou plenamente convencida que Hipócrates está se revirando...

(continua depois...)

terça-feira, 29 de março de 2011

ESCOLHENDO UMA PROFISSÃO

CAROS AMIGOS BLOGUEIROS, Primeiramente, gostaria de me desculpar pela demora mas...se estiver blogado nos últimos 15 dias saberá que a vida continua nos cobrando performances...continua nos violentando no sagrado direito de pensar...refletir...assimilar (como diria Piaget), temos que ralar muito para cumprir a rotina diária que essa sociedade ingrata, injusta e profundamente dinâmica e intelectualizada nos exige. Continuando nosso tema sobte a disputa para ingressar num curso de medicina nesse país é algo no mínimo neurotizante para os jovens que se dispõe a esse desafio. Toda minha indignação e dúvidas acerca do tema estão embasadas nas hipoteses: Será que todos os canditados ao curso de medicina tem consciencia da responsabilidade que a profissão exige? Será que esses jovens tem plena consciencia de que estarão lidando diretamente com a vida humana? Sinceramente não gosto de pensar nisso, quando me lembro das verdadeiras atrocidades cometidas por médicos e profissionais da saúde em todos os cantos desse país. Não gosto de imaginar que seres humanos morrem nas portas de hospitais públicos por total falta de atendimento médico. Seja por qual motivo...falta de condições materiais, seja por condições ideológicas, ou seja por condições psicológicas, para um médico que se vê diante do verdadeiro caos que é a nossa saúde pública. O ser humano que nesse momento se defronta com o dilema: ser humano e atender do modo que me for possível (situação de guerra) ou ser profissional e desistir do atendimento, sem pensar no destino do infeliz paciente? Pense...reflita com toda calma do mundo...e se possível me dê um retorno...se puder! Vera Maria