PSICOPEDAGOGIA NEUROPSICOLÓGICA - ESPAÇO PARA DISCUSSÃO DE TEMAS RELATIVOS A PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA. EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PSICÓLOGOS.REABILITAÇÃO COGNITIVA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA. TEMAS RELACIONADOS AO ESTUDO DA PSICOPEDAGOGIA, PSICOLOGIA CLÍNICA, NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA E REABILITAÇÃO COGNITIVA - DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM, SÍNDROMES DA APRENDIZAGEM - EDUCAÇÃO SEXUAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Aprendizagem segundo Sigmund Freud parte I


DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL
E A APRENDIZAGEM
                                                                            

 By:V MC
                       
            Segundo Sigmund Freud, o ser humano está sujeito, desde o nascimento  a um desenvolvimento, segundo o qual,  o direcionamento da libido em cada estágio determina a construção e estruturação da personalidade. Assim, ele divide estes estágios em:                                                        
1. ESTÁGIO ORAL: é o mais primitivo do desenvolvimento. As necessidades, percepções e modos de expressão do bebê estão originalmente  concentrados na boca, lábios, língua e outros órgãos relacionados à zona oral. Fase oral-erótico: desejo de comer, dormir e alcançar o relaxamento que ocorre no final da sucção. Fase oral-sádica: agressiva, que se expressa no ato de morder , mastigar, cuspir ou chorar, que está vinculada aos desejos e fantasias primitivos de morder, devorar e destruir (protofantasias).
OBJETIVOS: Estabelecer uma dependência  confiante nos objetos  que proporcionam cuidado e apoio, estabelecer expressão e gratificação confortável das necessidades libidinais orais, sem excessivo conflito ou ambivalência  de desejos orais sádicos.
TRAÇOS PATOLÓGICOS: A gratificação ou privação oral em excesso podem resultar em fixações libidinais que contribuem para os traços patológicos. Podendo incluir: excesso de otimismo, narcisismo, pessimismo (vistos com freqüência nos estados depressivos). Os caracteres orais são com freqüência  excessivamente dependentes e exigem que os demais os sirvam e olhem por eles.  Tais pessoas querem ser alimentadas, mas podem ser excepcionalmente dadivosas, a fim de conseguirem  receber em retribuição. A inveja e o ciúme estão freqüentemente associados aos traços orais.
TRAÇOS DE CARÁTER: O êxito na resolução da fase oral proporciona uma base na estrutura do caráter para a capacidade de dar e receber sem excessiva dependência  ou inveja, uma capacidade de confiar nos outros com um sentimento de segurança de confiança e, autoconfiança.

2. ESTÁGIO ANAL: é ativado  pela maturação  do controle neuromuscular sobre os esfíncteres, especialmente o esfíncter anal, permitindo deste modo, maior controle voluntário sobre a retenção ou expulsão das fezes. (1 a 3 anos).
OBJETIVOS: Essencialmente um período de luta pela independência e separação com respeito à dependência e controle dos pais. Os objetivos de controle esficteriano sem controle excessivo (retenção fecal) ou perda do controle (sujando-se) estão unidos às tentativas de autonomia e independência da criança, sem medo ou vergonha da perda de controle.
TRAÇOS PATOLÓGICOS: Traços de caráter mal-adaptados, aparentemente  inconscientes, derivam do erotismo anal e das defesas contra o mesmo.  Regularidade, obstinação, teimosia, voluntariedade, e parcimônia são traços de caráter derivados de uma fixação às funções anais. Quando as defesas contra os traços anais são menos eficazes, o caráter anal revela traços  de elevada ambivalência, desordem, desafio, cólera e tendências  masoquistas. As características e defesas anais são vistas mais comumente nas neuroses obsessivo-compulsivas.
TRAÇOS DE CARÁTER:  O êxito na resolução da fase anal proporciona a base para o desenvolvimento da autonomia pessoal, capacidade de independência e iniciativa pessoal, capacidade de autodeterminação e capacidade de cooperação sem excessiva teimosia nem sentimento de autodepreciação ou derrota.

3. ESTÁGIO FÁLICO:  Começa  em algum momento do terceiro ano de vida e continua até o final do 5º ano aproximadamente. Interesse sexual, estimulação e excitação na área genital.
OBJETIVOS: Consiste em concentrar  o interesse erótico na área e nas funções genitais. Essa concentração coloca os fundamentos para a identidade de gênero e serve para integrar os resíduos de estágios anteriores numa orientação sexual  predominantemente genital. O estabelecimento da situação edípica é essencial para o fomento de identificações subsequentes, que servem de base para importantes e duradouras dimensões da organização do caráter.
TRAÇOS PATOLÓGICOS:  É bastante complexa, abrangendo quase todo  o desenvolvimento neurótico. Os problemas  centram-se na castração nos homens e, na inveja do pênis  nas mulheres. Outro  foco de distorções evolutivas nesse período deriva dos padrões de identificação desenvolvidos sem a resolução  do complexo de Édipo. A influência da ansiedade de castração e da inveja do pênis, as defesas contra ambas  e os padrões de identificação surgidas na fase fálica são os determinantes primários do caráter humano. Também incluem e integram os resíduos de estágios psicossexuais anteriores, de modo que as fixações ou conflitos  derivados de quaisquer estágios precedentes podem contaminar e modificar a resolução edípica.
TRAÇOS DE CARÁTER:  Este estágio proporciona  a formação de um senso de identidade sexual, de um sentimento de curiosidade, não apenas  sobre pessoas e objetos do ambientes, mas também sobre os processos internos e os impulsos. A resolução  do conflito edípico no final do período fálico desperta poderosos recursos internos para a regulação  dos impulsos e sua orientação  para fins construtivos. Essa fonte de regulação é o superego, que se embasa em identificações originalmente  derivadas das figuras parentais.

4. ESTÁGIO DE LATÊNCIA: é de relativa tranqüilidade ou inatividade do impulso sexual, que se estende da resolução do complexo de Édipo até a puberdade (5/6 anos até cerca de 11-13 anos).É um período de ligações primariamente homossexuais  e de sublimação  das energias libidinais e agressivas em aprendizagem energética e atividades lúdicas.
OBJETIVOS: É a integração das identificações edípicas e a consolidação da identidade sexual e dos papéis sexuais. A relativa aquiescência e o controle dos impulsos instintivos permitem o desenvolvimento dos aparelhos do ego e o domínio de habilidades. Elementos de identificação adicionais podem ser acrescentados aos componentes edípicos. Com base nos contatos com outras figuras importantes fora da família: professores, treinadores e outros adultos.
TRAÇOS PATOLÓGICOS: O perigo neste estágio pode surgir  da falta ou do excesso de controles internos. A falta de controle pode levar ao fracasso da criança na  sublimação  de suas energias em prol da aprendizagem e do desenvolvimento de habilidades. O excesso  de controle interno pode levar ao encerramento prematuro do desenvolvimento da personalidade e a elaboração precoce de traços de caráter obsessivos.
TRAÇOS DE CARÁTER: A criança pode desenvolver um senso de diligência e uma capacidade para o domínio  de objetos e conceitos que lhe permitam funcionar de forma autônoma e com  senso de iniciativa, sem correr o risco de fracasso , derrota ou de sentimento de inferioridade. Essas importantes realizações precisam continuar sendo integradas, como base para uma vida adulta de satisfação no trabalho e no amor.

5. ESTÁGIO GENITAL: adolescência (estende-se no começo da puberdade 11-13  aproximadamente, até o início da idade adulta) . Existe uma tendência a subdividir este estágio, atualmente em pré-adolescência, adolescência inicial, adolescência, adolescência tardia e até pós-adolescência. Caracterizada pela maturação fisiológica dos sistemas de funcionamento genital e dos sistemas glandulares que os acompanha.
OBJETIVOS: Primários:  constituídos pela separação definitiva da dependência e do círculo parental e, pelo estabelecimento de relações objetais  heterossexuais, não-incestuosas e amadurecidas. Relacionados a esses objetivos estão a obtenção de um sentimento de identidade individual amadurecido e a aceitação  e integração de um conjunto de papéis e funções adultas que permitam novas integrações adaptativas dentro das expectativas sociais e dos valores culturais.
TRAÇOS PATOLÓGICOS:  Devido ao fracasso ou má resolução deste estágio são múltiplos e complexos e os desvios patológicos.  As resoluções anteriores mal-sucedidas e as fixações  nas várias fases ou aspectos do desenvolvimento psicossexual produzem imperfeições  patológicas  na personalidade adulta emergente.
TRAÇOS DE CARÁTER:  a resolução  e reintegração bem-sucedida de estágios psicossexuais anteriores na fase adolescente, plenamente genital, normalmente estabelece o cenário para uma personalidade totalmente madura, com capacidade para uma plena e gratificante potência genital e um senso de identidade auto- integrado e consistente. Tal indivíduo alcançou satisfatória capacidade de auto-realização e significativa participação nas área de trabalho e amor, bem como de dedicação produtiva e criativa a objetivos e valores gratificastes e importantes. Somente nos últimos anos é que foi posta em quentão a suposta relação entre generalidade psicossexual e funcionamento  maduro da personalidade.

MECANISMOS DE DEFESA

No processo de evolução do nosso psiquismo, passamos por diversas etapas para nos adaptarmos às nossas percepções, ou seja, tudo que percebemos no mundo externo e elaboramos internamente para que possamos construir nossa personalidade. Para tanto, de acordo com Freud, necessitamos de alguns mecanismos para mantermos o nosso equilíbrio principalmente quando a libido concentra-se em determinados “espaços psíquicos” e nos “intima” a emitir determinados comportamentos que, nem sempre são aceitos socialmente. Assim, utilizamos vários “mecanismos de defesa do ego”. É importante lembrar também que todos nós, em certos momentos, lançamos mão desses mecanismos e isto não constitui nenhum mal. A patologia só se manifesta quando deixamos de racionalizar nossos comportamentos e não conseguimos mais distinguir o que é um mecanismo temporário de defesa, de um estado permanente (dentro do mecanismo). Exemplo: é perfeitamente normal um adulto se sentir irritado, frustrado, triste, quando perde uma competição pela qual estava treinando há bastante tempo. É perfeitamente compreensível se este adulto chorar, às vezes até em público, pela perda (mecanismo de regressão) porém, deixa de ser normal e passa a ser patológico, se este adulto chorar a cada situação cotidiana em que seus desejos não sejam atendidos. Portanto, vamos entender melhor estes mecanismos:

1.REPRESSÃO: Esquecimento seletivo de situações  desagradáveis que provoque ansiedade. Ocorre inconscientemente e está subjacente  a todos os outros mecanismos de defesa. A energia reprimida é geralmente deslocada para uma ação que em si não causa angústia. Ex. lavar as mãos compulsivamente para aliviar a culpa pela masturbação.

2. REGRESSÃO: O indivíduo, angustiado apresenta formas de comportamentos características de fases anteriores de desenvolvimento. Quando criança, voltar a chupar bico tomar mamadeira por ocasião do nascimento e um irmão. Quando adulto, frente a uma situação angustiante, pode chorar, gritar, roer as unhas e fazer birra tal qual uma criança.

3. PROJEÇÃO: mecanismo no qual características do indivíduo que a estão angustiando são vistas por ele mesmo, como pertencentes a outros indivíduos.
Desconfiar sempre da honestidade do outro, pode representar em sua conduta, certos traços de desonestidade que o incomodam e prefere vê-los em outras pessoas.

4. NEGAÇÃO: Implica na percepção do mundo tal como a pessoa desejaria que ele fosse e não como ele é. O devaneio, e o sonho acordado do adulto é uma forma de negação da realidade. Muitas vezes para se adaptar ao meio social somos levados a utilizar este mecanismo diante de evidências visíveis, dizemos que não estamos com raiva quando, na verdade, estamos sentindo e manifestando uma cólera intensa.

5. FORMAÇÃO REATIVA: Deformação da consciência de forma que  um impulso que originalmente gera a ansiedade e angustia, é substituído  por motivação diametralmente oposta. Uma pessoa pode aparentar bondade com outra quando na verdade sente mesmo é hostilidade e ódio. Esta suposta bondade impede a angústia e o sentimento de culpa que ocorreria caso a pessoa desse vazão a hostilidade reprimida.

6. RACIONALIZAÇÃO: É dar razões socialmente plausíveis para comportamentos individuais não aceitáveis socialmente. Estudante que não passa no vestibular diz que foi até bom  pois aquele não era exatamente o curso que queria fazer.

7. AGRESSÃO: Reação típica da frustração. Pode ser direta: quando se dirige a pessoa ou objetos provocadores de frustração. Agredir fisicamente alguém, ou quebrar um objeto. Agressão é indireta e a forma mais comum. Descarregar tensões ou frustrações  na mulher, quando o chefe lhe chama a atenção no trabalho.

8. SUBLIMAÇÃO: Substituir  a energia oriunda do Id para outro objeto de modo a se manter a auto-estima e proteger-se contra a autocrítica e ansiedade. A energia é canalizada conforme os padrões sociais . Toda a gama de atividades científicas, artísticas, culturais é resultado da sublimação  da libido e da agressividade que foram impedidas de se expressarem livremente.

9. REAÇÃO DE CONVERSÃO:  Conversão de tensões psicológicas e emocionais em sintomas físicos (dores de cabeça, úlceras etc.)

10. IDENTIFICAÇÃO: por este processo o indivíduo é levado  a incorporar características daquele com o qual se identifica, fortalecendo seu ego com sentimentos de autovalorização, prestígio e estima. É muito comum o adolescente identificar-se com artistas, heróis ou adultos que por ele é valorizado (professor por exemplo)

 
Mini-biografia de Sigmund Freud


            Nasceu em 6 de maio de 1856 em Freiberg –Tchecoslováquia. Seus pais eram judeus – viveu 83 anos – aos 4 anos sua família mudou-se para Viena onde viveu quase todo o resto de sua vida. Saiu aos 82 anos para morar em Londres, onde morreu em 23 de setembro de 1939.
            Freud era o mais velho dos oito filhos nascidos do segundo casamento de seu pai. Tinha 2 meio-irmãos do primeiro casamento. No entanto, era o primeiro filho de sua mãe e o mais querido (“meu Sigi de ouro”). Seus pais depositaram todas as expectativas confiando em sua capacidade intelectual. Ao mudarem-se para Viena, a Freud foi destinado um pequeno cômodo  para seu uso exclusivo na casa, que deveria acomodar oito pessoas, havia além daquele escritório, apenas mais três quartos. Embora ficasse separado do resto da casa, isso não o impedia que o som dos exercícios de piano de sua irmã chegasse até ele e o atrapalhasse. Por isso, uma possível carreira de pianista foi interrompida, em favor dos estudos do jovem Freud.
            Casou-se em 1886 com Martha Bernays de quem estava noivo há 4 anos. Aos 67 anos um câncer no maxilar o obrigou a uma sofrida operação à qual se seguiram outras 32 intervenções. Nessa época, morreu um de seus netos prediletos cujo sentimento de perda o fez perder também o prazer de viver. Sofreu as perseguições como todos os judeus.


terça-feira, 31 de julho de 2012

COMUNICAÇÕES INTERPESSOAIS

COMO SE COMUNICAR COM EFICÁCIA E EFICIENCIA COM TODOS A SUA VOLTA.


BY: VMC

De acordo com a neurolinguísticas, as pessoas estão subdivididas em 3 grandes grupos: os Cinestésicos, os Visuais e os Auditivos. Isso não tem nada a ver com inteligência, porém, tudo a ver com o ambiente em que foram criadas, educadas e desenvolvidas. Obviamente que os componentes genéticos continuam atuando porém, os aspectos do ambiente, são determinantemente para caracterização desses padrões. Lembrem-se que trata-se de padrões universais. Assim, tente analisar e buscar algumas dessas características em você. Caso não concorde totalmente, recomendo buscar uma psicoterapia com um profissional especialista na área. Assim, com certeza poderá desenvolver tais características para se transformar em um ser mais comunicativo e, consequentemente, um ser mais feliz!

Principais Características das pessoas predominantemente Cinestésicas:

• São reconhecidas pela maneira como elas parecem estar presentes em seu corpo ativo e pelos olhos tímidos, sensíveis
• Parecem estar em constante movimento, mesmo sentadas, raramente ficam quietas.
• Preferem se relacionar com o mundo primeiramente de alguma forma palpável. (Tocando, provando, cheirando ou experimentando) qualquer coisa nova com as mãos ou com o corpo inteiro.
• Tendem a ser bem coordenadas, atletas natas que gostam de esportes competitivos, com um estoque interminável de energia física.
• Aprendem com facilidade as coisas que envolvem o uso do corpo e os seus movimentos são fortes, firmes, diretos e detalhado.
• Gostam de trabalhar com as mãos, consertando carros, mexendo com madeira.
• São realizadores competentes e preferem ficar em pé agindo do que sentados. Em geral têm uma surpreendente energia física e fazem as coisas de maneira lógica.
• são capazes de acessar e verbalizar sensações corporais de forma específica, organizada. Elas podem dizer exatamente onde dói a cabeça, que músculo da perna está distendido ou, precisamente, onde querem que você coce as suas costas.
• O conforto físico é muito importante para elas. Não medem esforços para encontrar a cadeira certa, a posição correta para sentar ou para encontrar roupas com o peso e a textura corretos.
• O toque ocorre natural e facilmente para a maioria é uma forma de conexão, casual, porém importante.
• Precisam tocar e ser tocados . Estão profundamente conscientes das suas emoções. Mas, você nada saberá o que estão sentindo pelo seu rosto. Eles podem ter um rosto sem expressão e o corpo fala por eles. Pela sua maneira de ficar em pé, movimentar-se ou tocar.
• Os gestos geralmente antecedem as palavras, como se o movimento os ajudasse a conduzi-las para fora, como a batuta de um maestro.
• Gostam de falar do que fazem, como fizeram e como se sentiram fazendo.
• Tendem a se aborrecer com facilidade na discussão de idéias abstratas. Entretanto, são muito eficazes falando de ações, usando muito vocabulário cinestésico – palavras e frases que descrevem ações ou sentimentos, como “tenho a sensação”. “como isso afeta você?” ou “ Eu não consigo mexer nesse assunto”.
• Podem encerrar uma conversa dizendo: “ apanho você mais tarde” ou “vamos nos ver logo”. Frequentemente, usam metáforas cinestésicas ao falar: “Arremesse rápido e com força, como uma bala”.
• A atividade física é uma importante saída emocional e energética para essas pessoas, pois geralmente elas têm muita energia acumulada.
• São especialmente habilidosos para ensinar as pessoas a fazer coisas, pois para elas é fácil traduzir a ação em palavras. Muitas vezes, querem convencer os outro a fazer a coisas do seu jeito.
• Preferem desviar o olhar, lançando olhares ocasionais para a pessoa com quem estão conversando. Quando precisam “olhar” alguma coisa durante muito tempo, os olhos ficam distantes ou vidrados.
• Eles podem escutar atentamente, fazendo pouco ou nenhum contato visual, mesmo quando estão ocupados fazendo alguma outra coisa.

OBS. Melhor maneira de se comunicar com um Cinestésico é: abraçando, beijando, ensinando a fazer!


Principais características de pessoas predominantemente VISUAIS:

• São visualmente meticulosos;
• Não conseguem pensar quando há desordem visual;
• Geralmente tem letra legível; soletra bem e é hábil na revisão de TEXTOS;
• Geralmente gostam de desenhar e criar coisas detalhadas;
• Dependem de lembretes escritos; listas, instruções e orientações para manter-se bem organizados;
• Relacionam-se melhor com os outros pelo contato visual; significa dizer que deve olhar em seus olhos quando se comunicam;
• Geralmente lembram-se do rosto das pessoas, mas não dos nomes;
• Geralmente têm excelente coordenação entre olhos-mãos; e olhos-corpo;
• Aprendem melhor observando uma demonstração ou lendo as orientações de uma tarefa e posteriormente experimentando como executá-la;
• São facilmente influenciados pelo que dizem a seu respeito;
• São profundamente influenciadas pelas imagens visuais
externas. Olhares desagradáveis, indicando julgamento ou crítica, podem ser muito mais dolorosos do que castigos físicos ou verbais. Mesmo a aparência da comida num prato pode ser ofensiva para elas. Igualmente, sorrisos e olhares de apreciação podem deixar uma impressão duradoura.
• Bilhete, cartões ou imagens escritas ou desenhadas também
podem afetá-las durante muito tempo.
• Lembram-se mais facilmente daquilo que viram ou leram.
• Algumas dessas pessoas são leitores vorazes, enquanto outras têm eterna dificuldade, dependendo de como são ensinados.
• Gostam de fazer muitas anotações em reuniões. Para elas, é fácil escrever quase que palavra por palavra daquilo que ouviram. Memorizam com mais facilidade escrevendo alguma coisa rapidamente. Em geral, têm muito interesse pelo funcionamento das coisas, desde máquinas complexas até o corpo humano.
• Estão conscientes das sensações do seu corpo. Igualmente, têm acesso fácil aos sentimentos. Também podem captar os sentimentos e sensações das pessoas ao seu redor.
• Quando podem ver e experimentar as suas opções geralmente conseguem saber o que é certo. São excelentes colaboradores e grande parte da sua vida gira em torno da criação de conexões de diversos tipos.
• Normalmente, preferem trabalhar em grupos ou fazer parte de uma equipe a trabalhar sozinhos. Seu estilo de liderança visa manter as conexões entre as pessoas.
• As pessoas deste padrão usam muito vocabulário visual – palavras que pintam imagens e frases que incluem: ver, olhar, mostrar, imaginar. “Posso imaginar isso” ou “vejo você mais tarde”. Tendem a fazer perguntas intermináveis que não têm respostas. Com frequência, ao tentarmos respondê-las, a sua resposta começa com “sim, mas...”
• As pessoas deste padrão usam muito vocabulário visual – palavras que pintam imagens e frases que incluem: ver, olhar, mostrar, imaginar. “Posso imaginar isso” ou “vejo você mais tarde”. Tendem a fazer perguntas intermináveis que não têm respostas. Com freqüência, ao tentarmos respondê-las, a sua resposta começa com “sim, mas...”

OBS. Se comunicam melhor olhando, olho-no-olho. Aprendem mais lendo e fazendo logo após a demonstração.


Principais características dos predominantemente auditivos:

• Seu canal auditivo é muito literal. Conseguem perceber no tom da voz o sarcástico e magoam-se facilmente quando interpretam que trata-se de criticas. Fortemente influenciado pela “fofoca”;
• Alerta com as palavras, visualmente sensível
• Interage facilmente por meio da fala;
• Possui um vocabulário extenso;
• Fala com muito sentimento e ritmo
• Gosta de dizer aos outros o que devem fazer (líder natural)
• Dificuldades em manter contato visual;
• Vê o quadro inteiro;
• Faz desenhos simples;
• Escrita confusa, estilo único;
• Energia reprimida longo abaixo da superfície;
• Inicialmente, pode ser cauteloso com relação ao toque;
• Possível dificuldade para ler, escrever e soletrar;
• Pode aprender idiomas (de ouvido) com maior facilidade
• Interrompe os outros ao falar;
• Pode magoar as pessoas com sarcasmo, piadas;
• Difícil encontrar satisfação, transformando visões em realidade;
• Pensador, visionário;
• Deseja inspirar os outros;
• Gosta de contar histórias;
• Bom no ensino de atividades, explicação de movimentos;
• Pode perceber imediatamente o todo de alguma coisa;
• Raramente consciente de imagens visuais;
• Pode aprender bem por meio de discussões
• Dificuldade para encontrar saídas positivas para a energia;
Frustrações
• Dificuldade para lidar com informação visualmente detalhada; Talentos naturais , deseja que as ações sejam úteis para os outros;
• De vez em quando, especialmente em grupos grandes, eles podem ficar calados e isolados. Para eles, é difícil falar sem pensar. Quando falam pode haver longas pausas entre as palavras ou frases e podem ficar confusos e “sair do ar” quando são obrigados a escutar durante longos períodos ou quando lhes perguntam a respeito daquilo que ouviram.
• Por outro lado, na companhia de uma ou duas pessoas,
• Eles podem esquecer nomes , mas são ouvintes atentos e bastante sensíveis ao tom de voz e as inflexões.

OBS. Tem uma grande facilidade de selecionar as palavras certas para enaltecer e/ou ferir profundamente as pessoas que as cercam. Aprendem melhor ouvindo e depois fazendo. Podem ser excelente oradores. Como alunos, preferem aulas expositivas.

Conclusão: as pessoas são predominantemente CINESTÉSICAS: Sensações, tato, concreto VISUAIS: ver, imagens, desenhos, esquemas e fotografias.
AUDITIVAS: sons, músicas, som das vozes, exposições orais. Isso nada tem a ver com inteligência, e/ou amor. Tem tudo a ver com nossas características individuais e ambientais.
Descubra o canal encantado de seus entes queridos e, vá a luta! Seja o promotor, o motor e/ou o motivador da comunicação eficaz. Em outras palavras, seja FELIZ EM SUAS COMUNICAÇÕES e RELAÇÕES INTERPESSOAIS.

Referencias bibliográficas:

1. PNL – A NOVA Tecnologia do Sucesso
Steve Andreas e Charles Faulkner
Editora Campus

2. Introdução à Programação Neurolingüística
Como entender e influenciar pessoas
Joseph O' Connor e John Seymour
Summus editorial

3. A Estrutura da Magia
Um livro sobre linguagem e terapia
Richard Bandler e John Grinder
Zahar Editores

4. Usando sua Mente
As coisas que você não sabe que não sabe
Richard Bandler
Summus Editorial

terça-feira, 17 de abril de 2012

DICAS PARA PROFESSORES DE ALUNOS DISLÉXICOS


                               BY:VMC

Como vimos a dislexia é um problema neurológico que não se configura uma “doença”. Trata-se de um modo diferenciado do indivíduos captar as informações “grafadas” (leitura) e sua interpretação e recuperação (compreensão e memória) pós leitura. Poder-se-ia dizer que Dislexia é uma característica individual, especial e em muitas vezes, excepcional de ser. As pessoas portadores desta disfunção, geralmente são extremamente ativas intelectualmente, são muito criativas e conseguem disfarçar magistralmente suas dificuldades quanto a leitura, e escrita.
Minhas experiências com disléxico confirma minha teoria de que esses personagens são extremamente capazes, desde que recebam o verdadeiro atendimento. Daí aquelas listas intermináveis de sugestões que indicamos aos educadores, familiares e amigos dos disléxicos. Sempre ressaltando que não basta dar um tratamento especial ao aluno, durante as avaliações. É fundamental que os educadores tenham plena consciência de não discrimina-los perante aos seus colegas de modo a sugerir que ele está recebendo tratamento especial. É fundamental que o educador saiba ser discreto o suficiente para colaborar no processo de aprendizagem do disléxico, a ponto de  não despertar no restante da sala de aula que este está sendo tratado de modo diferenciado. É comum verificar que umas das principais características dos alunos portadores de dislexia seja a sua autoestima que sempre está abaixo da média esperada por crianças, na idade escolar.
         Outro diferencial é que raramente se percebe que essa criança está vivendo uma situação emocional bastante delicada uma vez que não consegue acompanhar o mesmo desempenho esperado pelo professor. O aluno disléxico não demonstra déficit em outras áreas do conhecimento como nas aulas de educação física, educação artísticas, ou qualquer outra área do conhecimento que não exige a cognição tal como a escola coloca como objetivos em suas avaliações. Assim, ser avaliado em português, história, geografia, filosofia, etc. em disciplinas cuja leitura e interpretação são mais exigidas, geralmente o aluno não consegue atingir as metas dessas avaliações uma vez que todas as formas de ler, interpretar e responder as questões estão comprometidas com a condição limitante do aluno.
         Por esses e outros motivos, sempre recomendamos que, ao avaliar um aluno portador de dislexia , o professor tenha o cuidado de respeitar tais limitações, adaptando as avaliações da seguinte forma:
1.    Use um tipo de letra clara e direita, tipo verdana, no tamanho 12 ou superior, prefeencialmente num tom escuro para que o disléxico posso distinguir bem o fenômeno gestaltico “figura-fundo”;
2.    Use espaçamento de 1,5 ou 2 para falicitar a leitura e diminuir a incidência de troca de linhas ou repetições da mesma linha já lida anteriormente;
3.    Sempre optar pelo negrito ao invés do itálico ou sublinhado. Claro que deve-se primar pelo treinamento da leitura formal para que o aluno possa se orientar paulatinamente com os livros e outras grafias convencionais porém, durante os processos avaliativos, sempre poder-se-á contribuir para o melhor entendimento da leitura e interpretação dos textos obedecendo essas indicações. Assim, o professor estaria avaliando o conhecimento real do aluno em detrimento de suas dificuldades;
4.    De preferência aos textos não justificados ou justificados à esquerda porque os espaços brancos distraem o leitor disléxico;
5.    Se possível, faça frases e parágrafos curtos e objetivos;
6.    Estruture o melhor possível o enunciado. Se possível use listas com números ou marcadores de esquemas;
7.    Sempre que possível, comece uma nova frase no ínício da linha e não no fim da frase anterior;
8.    Sempre que possível, opte pelas colunas em vez de linhas compridas;
9.    Sempre utilize um fundo claro para respeitar a lei geltaltica de “figura-fundo”;
10. O disléxico assimila melhor as imagens e  gráficos por isso, sempre que  possível traduzir a questão nesses moldes;
11.   Sempre que possível evite abreviações e hifenizações. Caso não seja possível, é interessante ler para o aluno e traduzir tais indicações gráficas;
12.     As partes importantes do texto devem ser evidenciadas com caixa alta ou grifos;

INDICAÇÕES PARA OS PROFESSORES EM SALA DE AULA
1.    Posicionar o aluno perto do professor para receber ajuda mais facilmente;
2.    Repetir as novas informações e verificar se foram compreendidas;
3.    Respeitar o tempo do aluno, no trabalho a ser organizado e concluído
4.    Ensinar métodos e práticas de estudo;
5.    Incentivar a prática de sequencia de ver-observar e depois tapar, depois escrever , verificar utilizando a memória;
6.    Ensinar as regras ortográficas porém, não impor tal cobrança com rigor nas avaliações;
7.    Sempre que possível, utilizar recursos mnemônicos;
8.    Utilizar sempre o computador como ferramenta de digitação de textos;
9.    Incentivar o uso do corretor ortográfico de um processador de textos;
10.  Permitir a apresentação de trabalhos de forma criativa, variada e com diferentes gráficos, diagramas, desenhos, processamento de textos, vídeos, áudios, etc. enfatizando a verbalização.
11.Sempre elogiar de forma verdadeira, o que o aluno fizer ou disser bem, dando-lhe a oportunidade de se sobressair perante a turma;
12. Criar sempre que possível uma rotina para ajudar o aluno disléxico adquirir um sentido de organização;
13.   Incentivar sempre o trabalho prático em grupo;
14. Dispensar sempre a convicção que o aluno disléxico é preguiçoso ou descuidado – reconheça suas dificuldades e respeite-as;
15.    Evite sempre fazer comparações com outros alunos da turma;
16.   Ao corrigir suas tarefas, evite a cor vermelha para não ser tão evidente os seus erros. Há outras forma de evidenciar tais erros.

Continua com....Dicas para os pais

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O QUE A PNL PODE FAZER PELO SEU RELACIONAMENTO?

PNL e Relacionamentos

By sua-mente on agosto 20th, 2008

Autor: Rodrigo Zambon

Estamos hoje presenciando diversas formas de relacionamentos amorosos e cada vez mais a liberdade está presente em nossa sociedade. A exigência tanto do homem como da mulher aumentou – os homens estão se cuidando mais, indo ao salão, fazendo as unhas; as mulheres perderam o rótulo de submissão, foram à luta, recebem salários iguais ou superiores ao dos homens e esse nivelamento na relação é muito importante. O auto-conhecimento possibilita a obtenção de maior autoconfiança, capacidade e disposição para a criação de um estilo próprio de vida a dois respeitando sempre as diferenças existentes, orientado sempre para o crescimento mútuo. O caminho para melhorar a si próprio está dentro de nós mesmos e os objetivos são alcançados de acordo com o grau de esforço do casal.

Cada vez mais casais se formam e se separam. Hoje em dia a tolerância diminuiu, uma pequena discussão pode trazer resultados catastróficos. Os casais não têm mais tempo para se fortalecerem; o trabalho excessivo, o corre-corre das cidades, responsabilidades, academia, enfim, sobra pouco tempo para a cumplicidade, sendo que um relacionamento precisa ser renovado a cada dia, precisa ser revigorado, criativo, com novas opções que modifiquem para melhor a vida a dois. Ele amadurece com o passar dos anos. O sucesso ou o fracasso de uma relação depende de vários fatores, inconscientes ou não a compreensão da vida conjugal é fundamental.

A verdade é que as crises fazem parte da vida de um casal. Não existe casal sem crises, ela vem equilibrar a vida a dois. Gastar energias evitando-as é pura perda de tempo, o ideal é aprender a superá-las. Além das crises o bem estar sexual é essencial à vida de um casal, principalmente para a mulher que, insatisfeita, pode se sentir rejeitada e não desejada pelo parceiro; a mulher considera o ato sexual acima de tudo como um ato de amor. Com relação ao ato propriamente dito, não há uma medida padrão, os encontros dependem do desejo e o fato de um dos parceiros querer menos que o outro não significa que ele não goste de dar prazer. A fuga da rotina pode ser uma boa alternativa para reaproximar o casal, uma viagem, uma noite dançante podem acender a chama. Crises renovam e reaproximam.

O ciúme, sentimento contraditório e às vezes maléfico à relação pode ser revertido positivamente. O que muitos consideram uma manifestação do amor é na verdade uma reação que produz angústias, podendo abalar a saúde do casal. O ciúme muitas vezes são criações mentais que o indivíduo passa a adotar como se fossem reais. Culpa o parceiro, e responsabiliza-o pelo que está passando. A tarefa para coibir esse sentimento é inibir os pensamentos seguintes ao primeiro, não deixar que isso se torne uma neurose. Quando obtemos certo grau de auto-conhecimento, somos capazes de bloquear esse processo permitindo a procura de um caminho mais conveniente e maduro para resolver a situação. Freud (Volume XVIII – Além do princípio de prazer psicologia de Grupo e outros trabalhos: Alguns Mecanismos Neuróticos do Ciúme, 1922) faz a seguinte observação também presente no livro: “Ciúme o medo da perda de Eduardo Ferreira-Santos, Ed. Claridade, 5ª edição, páginas 53,54”

“Embora possamos chamá-lo de “normal”, o ciúme não é, em absoluto, completamente racional, isto é, derivado da situação real, proporcionado a circunstâncias reais e sob controle do ego consciente; isso por achar-se profundamente enraizado no inconsciente, ser uma continuação das primeiras manifestações da vida emocional da criança e originar-se no Complexo de Édipo ou de irmão-irmã do primeiro período sexual. Alem do mais, é digno de nota que, em certas pessoas ele é experimentado bissexualmente, isto é, um homem não apenas sofrerá pela mulher que ama e odiará o homem seu rival, mas também sentirá pesar pelo homem a quem ama inconscientemente, e ódio pela mulher como sua rival.”

À medida que vamos adquirindo conhecimento do nosso verdadeiro “eu”, tomamos conhecimento de nossa relação social, e com o outro. É verdade que não existe um mapa certo e nem errado, cada ser humano é um ser único, o caminho para atingir seus objetivos que deve ser constantemente ajustado as suas necessidades. O contrato (ketubah) firmado entre o casal precisa ser reescrito quando não está atingindo com eficiência o sonho e as projeções pré-estabelecidas. O contrato deve atender ambas as partes e quando a flexibilidade do casal não é suficiente para isso, uma opção é procurar um terapeuta. Lembrando sempre que somos capazes de perdoar na mesma medida que podemos amar.

A PNL pode ajudar a aumentar a compreensão e a aceitar as diferenças do ser amado. A inclusão de recursos ao momento de crise, a flexibilidade para conciliar idéias e principalmente dar novas escolhas para solucionar conflitos. “É preciso ser um realista para descobrir a realidade. É preciso ser um romântico para criá-la” Fernando Pessoa.

Referencia: Descubra PNL

SEJA VOCÊ TAMBÉM UM SURDO!


A história do sapinho surdo




Era uma vez uma corrida de sapinhos. O objetivo era atingir o alto de uma grande torre.

Havia no local uma multidão assistindo. E a competição começou.
Infelizmente uma onda de negativismo pairou sobre a multidão: "Que pena... esses sapinhos não vão conseguir, não vão conseguir!"
E os sapinhos começaram a desistir. No entanto, havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.
A multidão continuava gritando: "Que pena! Vocês não vão conseguir!"

E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um... menos aquele sapinho que continuava tranqüilo, embora cada vez mais ofegante.
Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele. E a curiosidade tomou conta de todos, que queriam saber o que tinha acontecido... E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram: o sapinho era surdo!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seu coração! Não deixe ninguém falar que seus sonhos não serão realidade. Você pode!!!
Autor Desconhecido