PSICOPEDAGOGIA NEUROPSICOLÓGICA - ESPAÇO PARA DISCUSSÃO DE TEMAS RELATIVOS A PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA. EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PSICÓLOGOS.REABILITAÇÃO COGNITIVA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA. TEMAS RELACIONADOS AO ESTUDO DA PSICOPEDAGOGIA, PSICOLOGIA CLÍNICA, NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA E REABILITAÇÃO COGNITIVA - DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM, SÍNDROMES DA APRENDIZAGEM - EDUCAÇÃO SEXUAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA
sábado, 9 de julho de 2016
sexta-feira, 1 de julho de 2016
VAMOS CHORAR????????????CHORAR NOS FORTALECE!
Você se acha chorão? Estudo revela que todos os que
choram são mais fortes!
Geralmente,
as emoções são todas diferentes umas das outras, assim como as pessoas que as
gerem. No entanto, como é de conhecimento geral, a tristeza é catalogada como
uma emoção negativa.
As expressões relacionadas com esta
emoção são facilmente identificáveis e ações como um olhar triste, ombros
caídos e choro, são, por vezes, considerados por muita gente como sinais de
fragilidade e insegurança.
Para muitos, a imagem da tristeza só
serve para nos fazer sentir pior, para passar a ideia de que não somos
suficientemente fortes para aguentar determinados obstáculos e problemas que
surgem, sem virmos abaixo. No final de contas, um grande Homem, não chora!
Esta foi uma ideia passada pelos
antigos e que tem permanecido até aos dias de hoje! Contudo, recentemente foi
feito um estudo que contraria este fundamento e revela que, quem chora é mais
forte!
Curiosos? Admirados? Pois bem! Neste
artigo lhe vamos explicar o porquê de as pessoas que choram serem mais
equilibradas emocionalmente.
1.
Não se deixam pressionar pelas expectativas
sociais: Todos aqueles que choram têm mais facilidade em se sentirem mais
libertos, conseguindo se expressar completamente, sem se preocuparem com o que
os outros irão pensar.Geralmente, quem chora é mais verdadeiro e
vive uma vida de acordo com os seus próprios princípios, não se deixando
influenciar por padrões sociais e estereótipos.
Este tipo de pessoas são aqueles que
estão de bem com a vida e contribuem para um meio social mais saudável.
2.
Expressam suas emoções sem medo: Por norma, aquelas
pessoas que tem uma grande segurança e confiança nelas mesmas, possuem uma
inteligência emocional extraordinária. A verdade é que, quem expressa as
verdadeiras emoções, necessita de uma coragem enorme, pois, muitas vezes, está
lutando contra a sociedade e os padrões por ela criados.
4.
As lágrimas têm significado: O choro é talvez um
dos atos mais íntimos que uma pessoa pode ter com outra. Geralmente, a sensação
que passa quando alguém chora é que está se entregando e mostrando a sua
verdadeira personalidade. Por isso, as lágrimas são muito expressivas e
permitem a criação de laços afetivos entre variadas pessoas.
5.
Usam o choro como uma terapia: O choro, para
quem não sabe, estimula a libertação das endorfinas que se encontram em nosso
cérebro e são responsáveis por aliviar a dor que sentimos em determinados
momentos, despertando um estado mais relaxado e pacífico. É por isto que,
depois de chorar, as pessoas se sentem muito melhores e relaxadas.Através de um
estudo, verificou-se que é recomendável deixar que o choro de uma pessoa fluir.
Assim, após a primeira fase passar (aquele momento de mais nervos e de
libertação de emoções), chega a segunda fase, em que, por norma, o indivíduo
começa a relaxar e a acalmar, reduzindo os batimentos cardíacos e a respiração.
6.
As lágrimas mudam a perspectivas: Para além de o
choro ser útil para desabafar e limpar a alma, geralmente, limpa também os
olhos e a mente, permitindo às pessoas ver determinadas questões com mais
clareza e de uma perspectiva mais realista. Desta forma, podemos concluir que
as lágrimas, para além de um efeito calmante, permitem-nos crescer e fortalecer
a nossa personalidade.Assim sendo, com este artigo você conseguiu concluir que
o choro não é de todo um sinal de fraqueza, mas sim um sinal de uma
personalidade forte e equilibrada!
In: http://www.dicasonline.tv/chorao-mais-forte/
quinta-feira, 23 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DESAFIOS
Os desafios da Educação inclusiva: foco nas redes de apoio
Para fazer a
inclusão de verdade e garantir a aprendizagem de todos os alunos na escola
regular é preciso fortalecer a formação dos professores e criar uma boa rede de
apoio entre alunos, docentes, gestores escolares, famílias e profissionais de
saúde que atendem as crianças com Necessidades Educacionais Especiais
1. Inclusão no Brasil e Educação especial na escola regular
João Guilherme dos Santos, aluno com
deficiência física, com seus colegas da Unidade Integrada Alberico Silva, em
São Luís.
Daniela Alonso, especialista em
Educação Inclusiva e selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador
Nota 10
O esforço pela inclusão social e escolar de pessoas com necessidades
especiais no Brasil é a resposta para uma situação que perpetuava a segregação
dessas pessoas e cerceava o seu pleno desenvolvimento. Até o início do século
21, o sistema educacional brasileiro abrigava dois tipos de serviços: a escola
regular e a escola especial - ou o aluno frequentava
uma, ou a outra. Na última década, nosso sistema escolar modificou-se com a
proposta inclusiva e um único tipo de escola foi adotado: a regular, que acolhe
todos os alunos, apresenta meios e recursos adequados e oferece apoio àqueles
que encontram barreiras para a aprendizagem.
A Educação inclusiva compreende a Educação especial
dentro da escola regular e transforma a escola em um espaço para todos. Ela
favorece a diversidade na medida em que considera que todos os alunos podem ter
necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar.
Há, entretanto, necessidades que interferem de maneira significativa no
processo de aprendizagem e que exigem uma atitude educativa específica da
escola como, por exemplo, a utilização de recursos e apoio especializados para
garantir a aprendizagem de todos os alunos.
A Educação é um direito de todos e deve ser orientada no sentido do
pleno desenvolvimento e do fortalecimento da personalidade. O respeito aos
direitos e liberdades humanas, primeiro passo para a construção da cidadania,
deve ser incentivado.
Educação inclusiva, portanto, significa educar todas as crianças em um
mesmo contexto escolar. A opção por este tipo de Educação não significa negar
as dificuldades dos estudantes. Pelo contrário. Com a inclusão, as diferenças
não são vistas como problemas, mas como diversidade. É essa variedade, a
partir da realidade social, que pode ampliar a visão de mundo e desenvolver
oportunidades de convivência a todas as crianças.
Preservar a diversidade apresentada na escola, encontrada na realidade
social, representa oportunidade para o atendimento das necessidades
educacionais com ênfase nas competências, capacidades e potencialidades do
educando.
Ao refletir sobre a abrangência do sentido e do significado do processo
de Educação inclusiva, estamos considerando a diversidade de aprendizes e seu
direito à equidade. Trata-se de equiparar oportunidades, garantindo-se a todos
- inclusive às pessoas em situação de deficiência e aos de altas
habilidades/superdotados, o direito de aprender a aprender, aprender a fazer,
aprender a ser e aprender a conviver. (CARVALHO, 2005).
In: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/palavra-especialista-desafios-educacao-inclusiva-foco-redes-apoio-734436.shtml
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