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PSICOPEDAGOGIA NEUROPSICOLÓGICA - ESPAÇO PARA DISCUSSÃO DE TEMAS RELATIVOS A PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA. EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PSICÓLOGOS.REABILITAÇÃO COGNITIVA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA. TEMAS RELACIONADOS AO ESTUDO DA PSICOPEDAGOGIA, PSICOLOGIA CLÍNICA, NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA E REABILITAÇÃO COGNITIVA - DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM, SÍNDROMES DA APRENDIZAGEM - EDUCAÇÃO SEXUAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

CONTROVÉRSIA: ENDOCRINOLOGIA X CURA DO DIABETE TIPO 2


O que é Cirurgia Metabólica?
Home » blog » O que é Cirurgia Metabólica?
  • By VidaNovaMetabólica
  • April 25, 2019

A cirurgia metabólica é um procedimento cirúrgico destinado a pessoas com diabetes tipo 2 e obesidade (IMC acima de 30) que não estejam conseguindo obter sucesso no controle da glicemia e das doenças associadas, como a hipertensão e o colesterol alterado, através do uso de medicamentos.
Talvez você nunca tenha ouvido falar da cirurgia metabólica, pois este é um procedimento relativamente novo, mas pode ter certeza que você ainda vai ouvir falar muito dela.
Através da cirurgia metabólica é possível controlar até cinco doenças:
1.     Hipertensão;
2.     Obesidade;
3.     Colesterol;
4.     Esteose Hepática;
5.     Diabetes.
O Que é Cirurgia Metabólica?
A cirurgia metabólica é um tratamento seguro, regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e indicado para o tratamento de pessoas com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 30, que não estão obtendo sucesso no controle de doenças associadas à obesidade, especialmente o diabetes tipo 2.
Ela foi incorporada há cerca de 10 anos e, nesse curto espaço de tempo, ajudou milhares de pessoas a tratar o diabetes tipo 2 mal controlado.
Mas o que faz da cirurgia metabólica um procedimento fundamental nos dias de hoje?
Diabetes Tipo 2: Uma Epidemia Silenciosa
Existem hoje 14 milhões de pessoas com diabetes tipo 2 do Brasil. Um número que, segundo alguns especialistas, tende a aumentar com o passar dos anos. 
Por ser uma doença que na sua fase inicial não apresenta sintomas, grande parte das pessoas não sabe que tem diabetes tipo 2.
Nesse caso, o diagnóstico só é realizado quando são feitos exames de glicemia de jejum, uma curva glicêmica ou um exame de hemoglobina glicada. Infelizmente, muitas vezes, quando os primeiros sintomas do diabetes aparecem, o paciente já está numa fase mais avançada da doença ou até com complicações.
Esse fato pode ser motivo de diversos problemas de saúde, alguns muito graves, como a perda de visão e problemas vasculares.
Por isso mesmo, um clínico geral, um cardiologista ou um endocrinologista, sempre que avaliam um paciente de meia idade, investigam e pedem exames de glicemia.
Um outro problema é que, por ser uma doença crônica, o diabetes precisa de controle constante e de acompanhamento regular de um endocrinologista, um clínico ou um cardiologista.
No entanto, devido a uma série de motivos que abordaremos adiante, uma grande parcela da população não consegue controlar a doença da forma adequada, permitindo, assim, a evolução do diabetes.
O que fazer para evitar que um número tão grande de pessoas com diabetes tipo 2 não controlado minimizem as chances de ter uma complicação do diabetes?
Cirurgia Bariátrica e Metabólica: Semelhanças e Diferenças
Muita gente ainda confunde a cirurgia bariátrica com a cirurgia metabólica.
Mas, afinal, qual é a diferença entre elas?
Nesse vídeo, o Dr. Marcos Leão Vilas-Bôas, presidente de Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – SBCBM, explica as diferenças entre os dois procedimentos.
Quando se fala de cirurgia metabólica, é importante entender a sua relação com a cirurgia bariátrica. São procedimentos muito similares, porém, com objetivos diferentes.
Enquanto a cirurgia bariátrica tem como objetivo principal a redução do peso, a cirurgia metabólica tem como meta o tratamento do diabetes e de outras doenças associadas à obesidade, como a hipertensão (pressão alta), a dislipidemia (colesterol ou triglicérides alterado), a esteatose hepática (gordura no fígado), a esofagite (refluxo gastroesofágico) ou a apneia do sono.
Portanto, quando falamos de cirurgia bariátrica estamos nos referindo a um procedimento cirúrgico que tem como foco principal a redução do peso, mas que também vai melhorar as doenças associadas à obesidade.  
Por outro lado, a cirurgia metabólica é um tratamento que mira principalmente no controle do diabetes tipo 2, quando os parâmetros de controle indicam a progressão da doença e a pouca eficácia do tratamento à base de remédios, dieta e exercícios.
Mas, se as duas cirurgias são tão parecidas, por que elas tem nomes diferentes?
Para entender essa questão, precisamos primeiro falar sobre a cirurgia bariátrica.
Cirurgia Bariátrica: Tratamento da Obesidade
A cirurgia bariátrica, também chamada de cirurgia da obesidade ou cirurgia de redução de estômago, é um procedimento cirúrgico com o objetivo de reduzir a obesidade grave ou obesidade mórbida, assim como melhorar as doenças associadas ao excesso de gordura corporal em pessoas com IMC elevado.
A cirurgia bariátrica já é bem conhecida do público, pois foi introduzida no mundo há mais de 50 anos e é muito utilizada no Brasil há mais de 20 anos. A imagem da cirurgia bariátrica está bem sedimentada, pois é a principal e mais eficiente forma de controle da obesidade severa, sendo realizadas mais de 100 mil cirurgias por ano, só no Brasil. Assim como a cirurgia para tratar o diabetes, a cirurgia da obesidade é segura e eficaz para promover a perda de peso, e é também referendada pelo Conselho Federal de Medicina.
Cirurgia Metabólica: Tratamento do Diabetes
O conceito de cirurgia metabólica é mais recente, tendo sido estabelecido há pouco mais de dez anos. Ele surgiu a partir de constatações importantes realizadas pela comunidade médica.
O que se percebeu foi que as pessoas submetidas à cirurgia bariátrica obtinham diversos benefícios para a saúde, além da esperada perda de peso, especialmente nos pacientes com diabetes.
Constatou-se que transformações endócrinas importantes ocorriam nos pacientes que realizavam a cirurgia bariátrica, resultando em uma melhora muito rápida nos níveis de açúcar na maioria das pessoas com diabetes, a ponto de muitas vezes não ser mais preciso usar antidiabéticos após a cirurgia.
Mas por que isso ocorria?
Benefícios da Cirurgia Metabólica
Como a diminuição do tamanho do estômago e a alteração na trajetória do alimento no aparelho digestivo estavam relacionadas com uma melhora no estado geral de saúde do paciente?
Os profissionais de saúde constataram que as transformações anatômicas realizadas pela cirurgia bariátrica provocavam o aumento significativo da quantidade de vários hormônios que atuam na regulação do açúcar e do metabolismo, além de controlar a fome e promover saciedade, provocando diversos efeitos benéficos no organismo.
Percebeu-se que, após a cirurgia bariátrica, havia uma diminuição dos hormônios associados à fome no estômago, ao mesmo tempo em que havia um incremento dos hormônios relacionados à saciedade no intestino.
Ou seja, além de ter uma diminuição significativa do desejo de comer, a pessoa se sentia satisfeita com muito menos comida!
Dentre os benefícios que podem ser atribuídos à mudança na secreção desses hormônios está o controle ou até mesmo a remissão de várias doenças potencialmente graves, como:
  • Diabetes;
  • Hipercolesterolemia;
  • Hiperuricemia;
  • Hipertensão;
  • Esteatose Hepática;
  • Síndrome dos Ovários Policísticos;
  • Parte da Síndrome Plurimetabólica.
Como essas mudanças atuam diretamente no metabolismo, a cirurgia passou a se chamar cirurgia metabólica
Controle do Diabetes
Apesar do progresso constante no tratamento clínico do diabetes tipo 2, por ser uma doença associada ao estilo de vida e necessitar de grande comprometimento por parte do paciente, o diabetes ainda é muito difícil de ser controlado.
Por esse motivo, a cirurgia metabólica é indicada para pessoas com diabetes tipo 2 que encontram dificuldades em controlar a doença. Essas pessoas são chamadas de diabéticos não controlados.
Os diabéticos não controlados são pessoas com diabetes tipo 2 que não conseguem manter os níveis de glicose no sangue dentro dos padrões desejados. Mas essas pessoas não se tornam diabéticos não controlados do dia para a noite. Geralmente, são muitas as tentativas fracassadas de controlar a doença.
Essas tentativas podem incluir diversos tipos de dietas, exercícios físicos e tratamentos clínicos, incluindo o uso de medicamentos injetáveis diariamente.
No entanto, muitas pessoas não conseguem obter os objetivos desejados seguindo esses métodos. A dificuldade em controlar o diabetes através do tratamento conservador pode ser motivo de frustração, fazendo com que muita gente abandone o tratamento.
Como o diabetes é uma doença progressiva, essa é uma atitude que coloca em risco a saúde da pessoa, pois a doença tende a evoluir para quadros mais graves.
Porém, existe ainda outro fator que dificulta a adesão ao tratamento: o custo do tratamento clínico para diabetes. Como é uma doença crônica, o uso regular de medicamentos pode se tornar financeiramente inviável para muitos pacientes.
Esse é mais um motivo que faz com que o diabetes tipo 2 não tenha a adesão necessária ao tratamento.
O que fazer, nesse caso?
Tipos de Cirurgia Metabólica
Existem diversos tipos de cirurgia que podem ser realizadas em pacientes com obesidade e doença metabólica/bariátrica, entretanto, para as pessoas com indicação puramente metabólica (IMC entre 30 e 35), apenas o Bypass Gástrico e a Gastrectomia Vertical são recomendados.
O Bypass Gástrico é a modalidade mais praticada no Brasil, correspondendo a aproximadamente 75% das cirurgias realizadas. Trata-se de um procedimento criado há mais de 50 anos nos Estados Unidos e que ao longo do tempo sofreu adaptações e transformou-se no padrão ouro da cirurgia bariátrica.
Já a gastrectomia vertical, também conhecida como Sleeve, se caracteriza por transformar o estômago em um tubo com capacidade de 100 a 150 mililitros (ml), sem a necessidade de desvio do alimento do seu trajeto natural. É uma técnica mais recente, com cerca de 15 anos de história, que pouco a pouco ganhou a preferência de médicos e pacientes em todo o mundo, a ponto de ser o procedimento mais utilizado no mundo para o tratamento da obesidade.
A portaria do CFM determinou que o Bypass Gástrico deve ser a técnica de primeira escolha para indivíduos com IMC abaixo de 35, com o Sleeve sendo utilizado como segunda escolha. Ambas as técnicas podem ser realizadas através da videolaparoscopia, processo minimamente invasivo que utiliza microcâmeras e delicados instrumentos introduzidos no abdome por pequenas incisões.
A decisão pela videolaparoscopia é baseada em critérios de segurança e só pode ser tomada durante o ato operatório.
A laparoscopia oferece várias vantagens para o paciente:
  • Menos dor no pós-operatório;
  • Menor índice de infecção;
  • Rápido retorno às atividades laborais;
  • Menor incidência de hérnias incisionais;
  • Estética.
Quem Deve Fazer a Cirurgia Metabólica?
O grande diferencial da cirurgia metabólica é o fato desse procedimento alterar de forma benéfica a produção de hormônios relacionados à obesidade, favorecendo tanto a perda de peso como o tratamento e até mesmo a cura de diversas doenças endocrinológicas, como diabetes tipo 2, hipercolesterolemia, hiperuricemia e hipertensão.
A indicação de cirurgia deve ser feita por um cirurgião bariátrico e deve estar de acordo com os seguintes critérios:
  • Índice de Massa Corpórea (IMC) entre 30 e 34,9 (mínimo);
  • Ter entre 30 e 70 anos de idade;
  • Tempo mínimo de doença de 2 anos;
  • Tempo máximo de doença de 10 anos – devido à dificuldade de remissão do diabetes após esse período. No entanto, mesmo os pacientes que não alcançam a remissão podem se beneficiar da redução dos níveis glicêmicos proporcionada pela cirurgia, reduzindo as chances de complicações futuras.
Conclusão
A cirurgia metabólica é um procedimento reconhecido por mais de 50 sociedades médicas ao redor do mundo e aprovado pelo Conselho Federal de Medicina para o tratamento de diabéticos não controlados com IMC acima de 30.
Ela é um tratamento seguro e eficaz para o diabetes tipo 2, que vem se somar à melhoria da alimentação e do estilo de vida, fundamentais para que o paciente mantenha os níveis glicêmicos dentro dos limites recomendados ao longo de toda a vida.
Veja aqui quais são os médicos e especialidades associadas habilitados a realizar a cirurgia metabólica, membros da SBCB
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VidaNovaMetabólica  18/12/2019
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  • By VidaNovaMetabólica
  • April 25, 2019
cirurgia-metabolica-casal
A cirurgia metabólica é um procedimento cirúrgico destinado a pessoas com diabetes tipo 2 e obesidade (IMC acima de 30) que não estejam conseguindo obter sucesso no controle da glicemia e das doenças associadas, como a hipertensão e o colesterol alterado, através do uso de medicamentos.
Talvez você nunca tenha ouvido falar da cirurgia metabólica, pois este é um procedimento relativamente novo, mas pode ter certeza que você ainda vai ouvir falar muito dela.
Através da cirurgia metabólica é possível controlar até cinco doenças:
1.     Hipertensão;
2.     Obesidade;
3.     Colesterol;
4.     Esteose Hepática;
5.     Diabetes.
O Que é Cirurgia Metabólica?
A cirurgia metabólica é um tratamento seguro, regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e indicado para o tratamento de pessoas com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 30, que não estão obtendo sucesso no controle de doenças associadas à obesidade, especialmente o diabetes tipo 2.
Ela foi incorporada há cerca de 10 anos e, nesse curto espaço de tempo, ajudou milhares de pessoas a tratar o diabetes tipo 2 mal controlado.
Mas o que faz da cirurgia metabólica um procedimento fundamental nos dias de hoje?
Diabetes Tipo 2: Uma Epidemia Silenciosa
Existem hoje 14 milhões de pessoas com diabetes tipo 2 do Brasil. Um número que, segundo alguns especialistas, tende a aumentar com o passar dos anos. 
Por ser uma doença que na sua fase inicial não apresenta sintomas, grande parte das pessoas não sabe que tem diabetes tipo 2.
Nesse caso, o diagnóstico só é realizado quando são feitos exames de glicemia de jejum, uma curva glicêmica ou um exame de hemoglobina glicada. Infelizmente, muitas vezes, quando os primeiros sintomas do diabetes aparecem, o paciente já está numa fase mais avançada da doença ou até com complicações.
Esse fato pode ser motivo de diversos problemas de saúde, alguns muito graves, como a perda de visão e problemas vasculares.
Por isso mesmo, um clínico geral, um cardiologista ou um endocrinologista, sempre que avaliam um paciente de meia idade, investigam e pedem exames de glicemia.
Um outro problema é que, por ser uma doença crônica, o diabetes precisa de controle constante e de acompanhamento regular de um endocrinologista, um clínico ou um cardiologista.
No entanto, devido a uma série de motivos que abordaremos adiante, uma grande parcela da população não consegue controlar a doença da forma adequada, permitindo, assim, a evolução do diabetes.
O que fazer para evitar que um número tão grande de pessoas com diabetes tipo 2 não controlado minimizem as chances de ter uma complicação do diabetes?
Cirurgia Bariátrica e Metabólica: Semelhanças e Diferenças
Muita gente ainda confunde a cirurgia bariátrica com a cirurgia metabólica.
Mas, afinal, qual é a diferença entre elas?
Nesse vídeo, o Dr. Marcos Leão Vilas-Bôas, presidente de Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – SBCBM, explica as diferenças entre os dois procedimentos.
Quando se fala de cirurgia metabólica, é importante entender a sua relação com a cirurgia bariátrica. São procedimentos muito similares, porém, com objetivos diferentes.
Enquanto a cirurgia bariátrica tem como objetivo principal a redução do peso, a cirurgia metabólica tem como meta o tratamento do diabetes e de outras doenças associadas à obesidade, como a hipertensão (pressão alta), a dislipidemia (colesterol ou triglicérides alterado), a esteatose hepática (gordura no fígado), a esofagite (refluxo gastroesofágico) ou a apneia do sono.
Portanto, quando falamos de cirurgia bariátrica estamos nos referindo a um procedimento cirúrgico que tem como foco principal a redução do peso, mas que também vai melhorar as doenças associadas à obesidade.  
Por outro lado, a cirurgia metabólica é um tratamento que mira principalmente no controle do diabetes tipo 2, quando os parâmetros de controle indicam a progressão da doença e a pouca eficácia do tratamento à base de remédios, dieta e exercícios.
Mas, se as duas cirurgias são tão parecidas, por que elas tem nomes diferentes?
Para entender essa questão, precisamos primeiro falar sobre a cirurgia bariátrica.
Cirurgia Bariátrica: Tratamento da Obesidade
A cirurgia bariátrica, também chamada de cirurgia da obesidade ou cirurgia de redução de estômago, é um procedimento cirúrgico com o objetivo de reduzir a obesidade grave ou obesidade mórbida, assim como melhorar as doenças associadas ao excesso de gordura corporal em pessoas com IMC elevado.
A cirurgia bariátrica já é bem conhecida do público, pois foi introduzida no mundo há mais de 50 anos e é muito utilizada no Brasil há mais de 20 anos. A imagem da cirurgia bariátrica está bem sedimentada, pois é a principal e mais eficiente forma de controle da obesidade severa, sendo realizadas mais de 100 mil cirurgias por ano, só no Brasil. Assim como a cirurgia para tratar o diabetes, a cirurgia da obesidade é segura e eficaz para promover a perda de peso, e é também referendada pelo Conselho Federal de Medicina.
Cirurgia Metabólica: Tratamento do Diabetes
O conceito de cirurgia metabólica é mais recente, tendo sido estabelecido há pouco mais de dez anos. Ele surgiu a partir de constatações importantes realizadas pela comunidade médica.
O que se percebeu foi que as pessoas submetidas à cirurgia bariátrica obtinham diversos benefícios para a saúde, além da esperada perda de peso, especialmente nos pacientes com diabetes.
Constatou-se que transformações endócrinas importantes ocorriam nos pacientes que realizavam a cirurgia bariátrica, resultando em uma melhora muito rápida nos níveis de açúcar na maioria das pessoas com diabetes, a ponto de muitas vezes não ser mais preciso usar antidiabéticos após a cirurgia.
Mas por que isso ocorria?
Benefícios da Cirurgia Metabólica
Como a diminuição do tamanho do estômago e a alteração na trajetória do alimento no aparelho digestivo estavam relacionadas com uma melhora no estado geral de saúde do paciente?
Os profissionais de saúde constataram que as transformações anatômicas realizadas pela cirurgia bariátrica provocavam o aumento significativo da quantidade de vários hormônios que atuam na regulação do açúcar e do metabolismo, além de controlar a fome e promover saciedade, provocando diversos efeitos benéficos no organismo.
Percebeu-se que, após a cirurgia bariátrica, havia uma diminuição dos hormônios associados à fome no estômago, ao mesmo tempo em que havia um incremento dos hormônios relacionados à saciedade no intestino.
Ou seja, além de ter uma diminuição significativa do desejo de comer, a pessoa se sentia satisfeita com muito menos comida!
Dentre os benefícios que podem ser atribuídos à mudança na secreção desses hormônios está o controle ou até mesmo a remissão de várias doenças potencialmente graves, como:
  • Diabetes;
  • Hipercolesterolemia;
  • Hiperuricemia;
  • Hipertensão;
  • Esteatose Hepática;
  • Síndrome dos Ovários Policísticos;
  • Parte da Síndrome Plurimetabólica.
Como essas mudanças atuam diretamente no metabolismo, a cirurgia passou a se chamar cirurgia metabólica
Controle do Diabetes
Apesar do progresso constante no tratamento clínico do diabetes tipo 2, por ser uma doença associada ao estilo de vida e necessitar de grande comprometimento por parte do paciente, o diabetes ainda é muito difícil de ser controlado.
Por esse motivo, a cirurgia metabólica é indicada para pessoas com diabetes tipo 2 que encontram dificuldades em controlar a doença. Essas pessoas são chamadas de diabéticos não controlados.
Os diabéticos não controlados são pessoas com diabetes tipo 2 que não conseguem manter os níveis de glicose no sangue dentro dos padrões desejados. Mas essas pessoas não se tornam diabéticos não controlados do dia para a noite. Geralmente, são muitas as tentativas fracassadas de controlar a doença.
Essas tentativas podem incluir diversos tipos de dietas, exercícios físicos e tratamentos clínicos, incluindo o uso de medicamentos injetáveis diariamente.
No entanto, muitas pessoas não conseguem obter os objetivos desejados seguindo esses métodos. A dificuldade em controlar o diabetes através do tratamento conservador pode ser motivo de frustração, fazendo com que muita gente abandone o tratamento.
Como o diabetes é uma doença progressiva, essa é uma atitude que coloca em risco a saúde da pessoa, pois a doença tende a evoluir para quadros mais graves.
Porém, existe ainda outro fator que dificulta a adesão ao tratamento: o custo do tratamento clínico para diabetes. Como é uma doença crônica, o uso regular de medicamentos pode se tornar financeiramente inviável para muitos pacientes.
Esse é mais um motivo que faz com que o diabetes tipo 2 não tenha a adesão necessária ao tratamento.
O que fazer, nesse caso?
Tipos de Cirurgia Metabólica
Existem diversos tipos de cirurgia que podem ser realizadas em pacientes com obesidade e doença metabólica/bariátrica, entretanto, para as pessoas com indicação puramente metabólica (IMC entre 30 e 35), apenas o Bypass Gástrico e a Gastrectomia Vertical são recomendados.
O Bypass Gástrico é a modalidade mais praticada no Brasil, correspondendo a aproximadamente 75% das cirurgias realizadas. Trata-se de um procedimento criado há mais de 50 anos nos Estados Unidos e que ao longo do tempo sofreu adaptações e transformou-se no padrão ouro da cirurgia bariátrica.
Já a gastrectomia vertical, também conhecida como Sleeve, se caracteriza por transformar o estômago em um tubo com capacidade de 100 a 150 mililitros (ml), sem a necessidade de desvio do alimento do seu trajeto natural. É uma técnica mais recente, com cerca de 15 anos de história, que pouco a pouco ganhou a preferência de médicos e pacientes em todo o mundo, a ponto de ser o procedimento mais utilizado no mundo para o tratamento da obesidade.
A portaria do CFM determinou que o Bypass Gástrico deve ser a técnica de primeira escolha para indivíduos com IMC abaixo de 35, com o Sleeve sendo utilizado como segunda escolha. Ambas as técnicas podem ser realizadas através da videolaparoscopia, processo minimamente invasivo que utiliza microcâmeras e delicados instrumentos introduzidos no abdome por pequenas incisões.
A decisão pela videolaparoscopia é baseada em critérios de segurança e só pode ser tomada durante o ato operatório.
A laparoscopia oferece várias vantagens para o paciente:
  • Menos dor no pós-operatório;
  • Menor índice de infecção;
  • Rápido retorno às atividades laborais;
  • Menor incidência de hérnias incisionais;
  • Estética.
Quem Deve Fazer a Cirurgia Metabólica?
O grande diferencial da cirurgia metabólica é o fato desse procedimento alterar de forma benéfica a produção de hormônios relacionados à obesidade, favorecendo tanto a perda de peso como o tratamento e até mesmo a cura de diversas doenças endocrinológicas, como diabetes tipo 2, hipercolesterolemia, hiperuricemia e hipertensão.
A indicação de cirurgia deve ser feita por um cirurgião bariátrico e deve estar de acordo com os seguintes critérios:
  • Índice de Massa Corpórea (IMC) entre 30 e 34,9 (mínimo);
  • Ter entre 30 e 70 anos de idade;
  • Tempo mínimo de doença de 2 anos;
  • Tempo máximo de doença de 10 anos – devido à dificuldade de remissão do diabetes após esse período. No entanto, mesmo os pacientes que não alcançam a remissão podem se beneficiar da redução dos níveis glicêmicos proporcionada pela cirurgia, reduzindo as chances de complicações futuras.
Conclusão
A cirurgia metabólica é um procedimento reconhecido por mais de 50 sociedades médicas ao redor do mundo e aprovado pelo Conselho Federal de Medicina para o tratamento de diabéticos não controlados com IMC acima de 30.
Ela é um tratamento seguro e eficaz para o diabetes tipo 2, que vem se somar à melhoria da alimentação e do estilo de vida, fundamentais para que o paciente mantenha os níveis glicêmicos dentro dos limites recomendados ao longo de toda a vida.
Veja aqui quais são os médicos e especialidades associadas habilitados a realizar a cirurgia metabólica, membros da SBCB
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VidaNovaMetabólica  18/12/2019
Postado por ARTES PSICOPEDAGÓGICAS às 00:07 Nenhum comentário:
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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

FELIZ NATAL PARA TODOS QUE PASSARAM POR ESSA
PÁGINA E DEIXARAM SEUS COMENTÁRIOS.
CLARO FELIZ NATAL PARA AQUELES QUE APENAS PASSARAM....

MUITO AGRADECIDA PELOS INCENTIVOS

SINTO MUITO POR NÃO ATENDER A TODAS AS EXPECTATIVAS...
ME PERDOE POR DECEPCIONAR ALGUMAS PESSOAS...
AMO MUITO TODOS VOCÊS PELA COMPANHIA...
MUITO OBRIGADA POR TODOS QUE ME INCENTIVARAM...

QUE EM 2020 CONSIGAMOS APRECIAR CADA AMANHECER COM O CORAÇÃO REPLETO DE GRATIDÃO!

Postado por ARTES PSICOPEDAGÓGICAS às 14:29
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

CÉREBRO COM ALZHEIMER

O que acontece no cérebro de quem tem Alzheimer: morte das células e neurônios

TIAGO FERREIRA
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DANTE1969/SHUTTERSTOCK/VIX
Descoberto em 1906 pelo neurofisiologista alemão Alois Alzheimer, a doença conhecida como “mal de Alzheimer” afeta diretamente o cérebro de modo lento e progressivo.
Pouco a pouco, as funções cognitivas do cérebro dos pacientes são destruídas. Até hoje não há cura para a doença.
Atenção, memória, inteligência e linguagem são afetadas pelo Alzheimer devido à atuação de uma proteína que se chama “tau”.
A “tau” se acumula e forma barreiras entre as conexões cerebrais. Com o passar do tempo, ou seja, o avançar da doença, essas barreiras ficam mais fortes e destroem as conexões entre os neurônios do córtex, responsáveis pela emoção, inteligência e percepção do nosso cérebro.
Com isso, o córtex encolhe. Quando esse encolhimento chega ao hipocampo, local do cérebro onde se armazenam as memórias e também está associado à aprendizagem e às emoções, o Alzheimer progride para outras áreas do cérebro, causando a morte das células e dos neurônios.
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BLUERINGMEDIA/SHUTTERSTOCK/VIX
A perda de memória no Alzheimer vai dos fatos mais recentes para os mais antigos. “Assim, a pessoa pode não se lembrar de algo que ocorreu há uma hora, mas é capaz de contar com detalhes algo que aconteceu muitos anos atrás”, explica Mario Louzã, médico psicanalista do Instituto de psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
“Esses danos são irreversíveis e alteram todo o funcionamento intelectual, afetivo, comportamental e, mais tarde, físico da pessoa”, de acordo com matéria publicada no Jornal Médico The Lancenet Neurology e divulgada no Instituto Alzheimer Brasil.
“O paciente perde sua capacidade de pensar, aprender, lembrar, comunicar-se, realizar suas atividades e gerir sua vida com autonomia, necessitando de cuidados constantes de outra pessoa para continuar vivendo”.

Alzheimer causa morte celular dos neurônios

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HAYDENBIRD/ISTOCK
A ciência ainda não sabe dizer ao certo por que o Alzheimer causa uma morte celular, mas diversas análises microscópicas já foram feitas. A partir delas, é possível ter uma dimensão do estrago nos neurônios, causado pela proteína tau.
O tecido cerebral aos poucos se transforma em emaranhados, que os cientistas chamam de fosforilação da proteína tau. No entanto, essa é apenas uma das alterações patológicas do Alzheimer.
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JUAN GAERTNER/SHUTTERSTOCK/VIX
A outra alteração acontece devido à atuação da placa beta-amiloide. Mesmo quem não tem diagnóstico de Alzheimer produz essa placa, tanto que há evidências de que nossos neurônios precisam de uma pequena quantidade de beta-amiloide para funcionar direito.
Em relação ao Alzheimer, porém, a beta-amiloide tem uma concentração muito maior do que deveria nos neurônios. Elas surgem como pequenas pecinhas que formam um obstáculo na transmissão neuronal, bloqueando a sinalização das células (ou sinapses) e afetando a conexão das memórias dos pacientes.

Alzheimer no Brasil afeta 1,2 milhão de pessoas 

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DOCENT/SHUTTERSTOCK
Estima-se que a doença afeta pelo menos 50 milhões de pessoas em todo o mundo. Pelo menos 10% dos indivíduos com mais de 65 anos, e 40% dos que têm mais de 80, têm Alzheimer.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) calcula que no Brasil pelo menos 1,2 milhão de pessoas  têm a doença, classificada como neurodegenerativa.
Especialistas dizem que, em 2050, pelo menos 25% da população será idosa, por conta do aumento da longevidade em todo o mundo. Isso, naturalmente, levaria a um grande aumento de casos de Alzheimer.
Como é o caso de Antonio Alves, 79 anos, morador de São Paulo. Em entrevista ao Vix, sua filha, Zélia Alves (ambos não quiseram ser fotografados), contou que o pai começou perdendo as chaves até ir ao médico e ser diagnosticado com Alzheimer.
Quando Antonio descobriu que o estágio de sua doença estava bem avançado, em agosto de 2005, começou a ficar irritado com o excesso de preocupação da família. Não conseguia mais segurar a urina, mas não aceitava usar fraldas.
“Ele não gostava que dissessem o que deveria fazer para não se perder e pegou bronca dos filhos que mexiam nas suas coisas”, relembra Zélia.
“As pessoas acham que o começo é difícil, Mas o avanço da doença piora, porque tem que lidar com agressividade e com a demência, que é ainda mais complicado. Tem que ter amor e, principalmente, muita paciência”, disse.
“Comportamentos agitados e desconectados, como agressão verbal e física, hiperatividade motora, irritação persistente e vocalizações repetitivas prevalecem em pacientes com Alzheimer”, diz um estudo sobre as reações comportamentais da doença, realizado por pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington (EUA).

Descoberta de brasileiro pode prevenir Alzheimer

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DAVID RAMOS/STRINGER/GETTY IMAGES
Há muitos mistérios em torno do mal de Alzheimer, mas diversos especialistas têm se esforçado para encontrar novas soluções para prevení-lo.
O brasileiro Leandro Bergantin, especialista em biologia celular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), surpreendeu a comunidade científica ao desvendar o enigma do bloqueador de canal de cálcio, que pode aumentar e diminuir a pressão dos batimentos cardíacos dependendo da dosagem.
Esse enigma é conhecido como “paradoxo de cálcio”, por ativar um mecanismo diferente da célula a partir da quantidade que se ingere do medicamento.
Bergantin detectou que, com o uso correto do “paradoxo de cálcio”, a incidência ao mal de Alzheimer pode diminuir. “Ou seja, de 1.000 pacientes que não tomam medicamentos, 500 têm Alzheimer. Após esse medicamento, esse número cairia para 200”, exemplifica o pesquisador.
O estudo clínico foi realizado com mais de 60 mil pessoas. “A redução da incidência ao mal de Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas, como mal de Parkinson, era clara após tomar o medicamento”.
Em linhas gerais, a descoberta de Bergantin provou que um medicamento que foi feito para controlar hipertensão pode prevenir Alzheimer. “Então, pacientes com mais de 50 anos que tenham predisposição genética ao Alzheimer já poderiam tomar esse medicamento, para retardar o aparecimento”, diz o brasileiro. Ele disse que já entrou com pedido de patente na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para disponibilizar o medicamento no pré-tratamento de Alzheimer.

Cérebro com Alzheimer precisa de treino

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ANDREA DANTI/SHUTTERSTOCK
Por si só, tomar um medicamento de prevenção do surgimento do Alzheimer não é suficiente. É preciso ‘treinar’ o cérebro, estimulando as conexões entre os neurônios da mesma forma com que tonificamos nossos músculos na academia, por exemplo.
“O cérebro é um órgão que se adapta continuamente aos estímulos exteriores, e vai aprendendo com cada nova experiência que temos ao longo da vida”, afirma Mario Louzã. “Todas as atividades que de algum modo exigem algo do cérebro são úteis para manter a cognição”.
Mesmo num estágio avançado da doença, como é o caso de Antonio Alves, treinar o cérebro ainda é necessário. Zélia diz que uma das coisas que seu pai mais gostava de fazer era assistir aos jogos de futebol. “Sempre que tem jogo do São Paulo, coloco pra ele ver, porque sei que ele gosta. Ele pode não falar nada, mas se comunica com o olhar”.
Para estimular o exercício do pai, é comum que durante esses jogos Zélia entre no quarto e desligue a TV no meio da partida. “Ele me olha com uma cara feia! Mas faço isso pra deixar ele ativo, pra ter mesmo essa reação”.

Alzheimer: prevenção e cuidados

  • Mal de Alzheimer: o que é, causas e tratamento
  • Hábitos e atividades que retardam o aparecimento do Alzheimer
  • Adesivo para Alzheimer de graça no SUS: como funciona?

Mal de Alzheimer: o que é, causas e tratamento

BEATRIZ HELENA

ISTOCKPHOTO/THINKSTOCK
Doença que muitas vezes tarda a ser percebida, embora possa aparecer em pessoas jovens, o Mal de Alzheimer atinge idosos a partir dos 60 anos e se intensifica após os 85 chegando a até 40% da população.
Veja também: Vinho tinto contra o Alzheimer Canela para prevenir o Mal de Alzheimer Prevenir o Alzheimer bebendo chá

O que é

O Mal de Alzheimer se caracteriza pela deficiência na comunicação dos neurotransmissores, que são moléculas responsáveis por conduzir os estímulos nervosos de um neurônio para o outro.
A deficiência resulta no declínio das funções cognitivas, como a capacidade de memorizar acontecimentos recentes, adquirir novos conhecimentos, fazer cálculos, prestar atenção em outros indivíduos e expressar-se.
Entre os sintomas do Mal de Alzheimer está a perda de memória de curta duração que não atrapalham a rotina, mas que, ao longo dos anos, vai se intensificando até atrapalhar as funções necessárias para atividades básicas, como vestir-se, cuidar da higiene e alimentar-se.

Causas

Embora nenhuma pesquisa científica tenha comprovado as causas do Mal de Alzheimer, especula-se que determinadas características de uma proteína presente no sistema nervoso pode indicar probabilidade de desenvolver a doença. Além disso, indivíduos que sofreram contínuos traumatismos cranianos mostraram mais propensão ao problema.
Porém, embora a causa ainda não seja comprovada, estudos mostraram que ao aprender novas funções o organismo estimula as sinapses – conexão neurológica que acontece ao aprender algo novo – e retarda o aparecimento da doença. Tanto que, pesquisas indicam que há associação do Mal de Alzheimer com o analfabetismo e com a baixa escolaridade.

Tratamento

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Nenhum tratamento disponível é capaz de recuperar os neurotransmissores e regredir a doença, porém, os medicamentos para o Mal de Alzheimer disponíveis inibem a ação das enzimas que destroem os neurotransmissores.

In: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=9171266190216347202#editor/target=post;postID=5184109560096782234

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