PSICOPEDAGOGIA NEUROPSICOLÓGICA - ESPAÇO PARA DISCUSSÃO DE TEMAS RELATIVOS A PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA. EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PSICÓLOGOS.REABILITAÇÃO COGNITIVA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA. TEMAS RELACIONADOS AO ESTUDO DA PSICOPEDAGOGIA, PSICOLOGIA CLÍNICA, NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA E REABILITAÇÃO COGNITIVA - DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM, SÍNDROMES DA APRENDIZAGEM - EDUCAÇÃO SEXUAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

LIBERDADE, LIBERDADE ABRA AS ASAS SOBRE NÓS!!!

Pais de gêmeos que usam vestidos dão lição de aceitação

O casal Joe e Gabriella acredita que os pequenos de cinco anos Kai e Caleb devem ser livres para tomar suas próprias decisões

Joe, de 34 anos, e Gabriella, de 33, formam um casal que não vê problemas em seus filhos usarem vestidos e brincarem de bonecas, eles acreditam que através destas atitudes, farão com que seus pequenos se tornem melhores pais no futuro. A família mora na cidade inglesa de Sheffield, e vive feliz por deixarem os gêmeos de cinco anos, Caleb e Kai, tomarem suas próprias decisões – sem repressão – desde muito cedo, como escolher a própria roupa ou os próprios brinquedos. 
Reprodução/Barcroft Media
Reprodução/Barcroft Media
Assim como as arminhas de brinquedo, carrinhos e o jogo Lego, os garotos também se divertem com vestidos de princesas, casas de bonecas e até escovas de cabeleireiro. Um dos passatempos preferidos dos dois é encenar à caráter das duas protagonistas Anna e Elsa, cenas do filme Frozen – Uma Aventura Congelante.
Reprodução/Barcroft Media
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“Nós os deixamos escolher o que eles querem fazer. É algo que temos feito desde o dia em que eles nasceram”, disse a mãe ao jornal britânico The Sun: “Quero que eles sintam como é bom se expressar, e os dois ficam lindos independente se estão usando calça ou saia.”
“Foi quando estávamos comprando alguns uniformes escolares e eles ficaram encantados com esses vestidos”, conta Gabriella: “Eles ficaram doidos e então eu não tive outra escolha a não ser comprá-los. Eles amam se vestir a sim, acredito que seja a roupa favorita deles.” Os gêmeos também se divertem fazendo um as unhas e o cabelo do outro.
Reprodução/Barcroft Media
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“Se eles podem se vestir de piratas ou de Darth Vader e zumbis, porque não como princesas?”, acrescenta o pai: “Acredito que seja um pouco hipócrita da minha parte deixar que eles usem trajes de um personagem que saqueia embarcações, mata e rouba pertences dos outros, e não deixar que eles usem vestidos de princesa.”
Ao invés de repreender o comportamento considerado “feminino” dos pequenos, Gabriella e Joe os incentivam para serem criativos e expressarem toda a sua personalidade, sem qualquer restrição. “Os dois são capazes de explorar seu lado diva, feminino, e isso os auxiliará na descoberta de si mesmos. O que prova que os dois têm uma imaginação gigantesca”, explicou a mãe. 
Reprodução/Barcroft Media
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Apesar da educação possuir traços muito ultrapassados, quando se diz respeito à presença dos papéis de gênero no que é ensinado para as crianças, o casal não vê nada de controverso ou prejudicial no comportamento de seus filhos. Mesmo que o restante da família não aprove a abordagem dos pais.
Reprodução/Barcroft Media
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“Eu não me preocupo com as provocações que eles fazem no intuito de nos desligitimar, mas percebo que os meninos têm vergonha de usar vestido fora de casa, porque as crianças fazem comentários como ‘Ele brinca com bonecas!’ ou ‘Eles se vestem de meninas!'”, desabafa a mãe, que arremata: “Se alguém vir até mim e dizer que a liberdade que dou aos meus filhos pode torná-los gays, eu vou dizer que a sexualidade é algo genético, que já nasceu com eles, e não que surgiu quando eles já eram crescidos.” 
In: http://claudia.abril.com.br/sua-vida/pais-de-gemeos-que-usam-vestidos-dao-licao-de-aceitacao/

sábado, 31 de dezembro de 2016

Desejo a todos os internautas!! 

Que curtiram minha página, E ATÉ OS QUE NÃO CURTIRAM.....OS QUE  leram meus artigos e publicações E OS QUE NÃO LERAM Que todos enfim, tenham um ano de 2017 repleto de realizações, com objetivos bem definidos e metas simples e/ou complexas, não importa, desde que todas sejam trabalhadas e milimetricamente conquistadas!

Boas Festas!
Harmonia em seus lares!
Saúde para dar e aproveitar!
Ano Novo, Vida Nova, Desejos renovados!!!!

                      FELIZ ANO NOVO!!!!!!!

sábado, 17 de dezembro de 2016

                FELIZ NATAL
                                                       BY: VMC


Aproximando-nos  do final de um ciclo comemorações!
Mais  um ano se finda!  O bom  ou   ruim,  não importa
Agora são  passado!  Voltamos a alimentar novas esperanças
Desejamos novos rumos, novas perspectivas, novas ilusões!

Apesar dos pesares, o balanço que podemos fazer é:
Vitória!  É  sempre positivo porque a vida continua..
Bem ou mau, apesar das perdas, temos uma trajetória a cumprir:
Sobreviver,  afinal,  temos um mundo para gerir,  pessoas para renascer!

Vida cheia  de contradições, natureza cheia de revolução
Final de ciclo com inúmeras decepções.  Autoridades sem
Nenhuma reputação! Oh! Deus como será a nova geração?
Tristezas, violências, decadência, revoluções, quanta desilusão!

Novo ano se anuncia, novas perspectivas , novas amizades.
Novo ano, novos amores, novos parceiros, novas ilusões!
Precisamos nos nutrir dessa esperança genuína que JESUS de Nazaré
RE-INVENTOU  para prosseguirmos  na permanente expectativa de felicidade!

Sejamos realistas, sejamos esclarecidos, sejamos solidários, sejamos tolerantes
A vida continua. Crianças nascem  todos os dias! A  esperança se renova...
Renascimentos, assim determina a inteligência superior: Sejamos infantes!
Façamos uma bela e harmoniosa ceia para cultivar esse Natal: Renovando-se!




terça-feira, 15 de novembro de 2016

A MAIOR PERDA DA MINHA VIDA...

QUERIDA MAMÃE DONA DICA - 1922 - 2016 - O DIA MAIS TRISTE DA MINHA
VIDA...QUE DEUS LHE RECEBA COM CARINHO QUERIDA MÃE. OBRIGADA POR
TER SIDO MINHA MÃE E MEU PAI NESSA VIDA! ATÉ BREVE!!

COMO LIDAR COM A PERDA?

Ninguém Prepara Os Filhos Para o Envelhecimento dos Pais


Sabem quando a preocupação é tanta que nem conseguimos chorar? Quando o sentimento de impotência se sobrepõe a qualquer lágrima narcisista que naquele momento nos diz que nada mais importa a não ser a pessoa que temos à nossa frente, naquela cama de hospital? A roupa para passar a ferro pode esperar, o jantar pode esperar, o Mundo pode esperar.

E à nossa frente encontra-se aquela pessoa de olhos vidrados, sem reacção, numa fugaz memória da mulher forte que uma vez foi. Continua a ser a mesma pessoa, sem ser a pessoa que era. Qualquer pergunta que fazemos, fazemo-la sem grandes expectativas de obter resposta, apenas para conforto próprio de que estamos de facto ali. No quarto ao lado ouvem-se os gritos duma qualquer outra mulher desdentada e desesperada, toda ela dores e doenças. Para mim, qualquer outra mulher, mas para outra pessoa, também ela a razão pela qual nem se consegue chorar de tanta preocupação.

É costume dizer-se que nada nos prepara para sermos pais, que são os filhos que nos ensinam a ser pais. Mas o que não nos ensinam mesmo é a sermos filhos de pais envelhecidos. Queremos salvá-los deles próprios, impedir que o corpo ceda mais rápido que a cabeça, ou que a cabeça ceda mais rápido que o corpo, mas não há como. 

E o tempo passa a correr. O meu pai já nem parece o mesmo. Também ele não chora de tanta preocupação. A mulher com quem passou a vida toda, a quem prometeu amar na saúde e na doença, ali está, doente. E ele, a ficar doente, sugado pela doença da mulher que ama, mas que já não reconhece. Quando o amor passa a pura e constante preocupação torna-se numa forma estranha de amar, e o desespero leva-o a fazer coisas irreconhecíveis. Também ele é a mesma pessoa sem ser a pessoa que era. Muito mais magro, muito mais pálido, muito mais triste. E nada nos prepara para isso.

No hospital, outras pessoas esperam, umas mais preocupadas, outras mais aliviadas. As ambulâncias vão chegando, uns choram, outros gritam, outros olham o vazio, e há sempre quem esteja a tentar perceber o que é que se passou com cada um deles. Quem morreu, quem não morreu. Esta é a dinâmica da sala. Não há conversa de ocasião que se possa fazer, não importa o tempo, a política, futebol ou religião. Importa apenas aquela pessoa que amamos e que queríamos recuperar, voltar a vê-la, forte e saudável como ela era.

O mais triste é quando chega o luto antecipado. Aquela réstia de esperança que na verdade já nada espera. É quase como que aguardar pela autorização de poder chorar. E pior de tudo é saber que, quando a barragem que contem as nossas lágrimas finalmente rebentar e estas correrem incontroláveis pelo nosso rosto abaixo, sabermos que choramos em pranto num misto de tristeza e alívio. Isso é o mais triste, a noção de que a pessoa está melhor assim, inexistente enquanto que nós, os que continuam mortais, aqui ficamos, na merda.

Nunca ninguém nos preparou para isto, nunca a sociedade se preparou para isto. O nossos líderes falam em envelhecimento ativo e saudável, mas falam por ocasião, não por genuína preocupação, porque na verdade a forma como olham e tratam os velhos pouco lhes importa. Importa-lhes não terem dores de cabeça ou escândalos que possam manchar as suas ambições políticas. Vemos isso quando estamos desesperados, no corredor das urgências, tudo é treta.

A forma como as pessoas são tratadas não difere muito da maneira como se tratam os refugiados. Agregam-se as pessoas idosas e doentes todas num sítio comum e estas passam a ser apenas mais um nº para a estatísticas, onde ninguém realmente se importa a não ser a própria família, e por vezes nem isso.

domingo, 6 de novembro de 2016

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA PARA UMA VIDA MAS LEVE


VOCÊ ACREDITA QUE ESTÁ VIVO???



Se depois de ler esse texto você achar que ainda está vivo, ótimo!


Caso contrário, é bom repensar se ainda existe algum sopro de vida aí dentro. Vou contar como tudo aconteceu.
A minha primeira parcela de morte aconteceu quando acreditei que existiam vidas mais importantes e preciosas do que a minha. O mais estranho é que eu chamava isso de humildade. Nunca pensei na possibilidade do auto abandono.

Morri mais um pouquinho no dia em que acreditei em vida ideal, estável, segura e confortável.
Passei a não saber lidar com as mudanças. Elas me aterrorizavam.

Depois vieram outras mortes. Recordo-me que comecei a perder gotículas de vida diária, desde que passei a consultar os meus medos ao invés do meu coração. Daí em diante comecei a agonizar mais rápido e a ser possuída por uma sucessão de pequenas mortes.

Morri no dia em que meus lábios disseram, não.  Enquanto o meu coração gritava, sim! Morri no dia em que abandonei um projeto pela metade por pura falta de disciplina. Morri no dia em que me entreguei à preguiça. No dia em que decidi ser ignorante, bulímica, cruel, egoísta e desumana comigo mesma. Você pensa que não decide essas coisas? Lamento. Decide sim! Sempre que você troca uma vida saudável por vícios, gulodice, sedentarismo, drogas e alienação intelectual, emocional, 
espiritual, cultural ou financeira, você está fazendo uma escolha entre viver e morrer.

Morri no dia em que decidi ficar em um relacionamento ruim, apenas para não ficar só. Mais tarde percebi que troquei afeto por comodismo e amor por amargura. Morri outra vez, no dia em que abri mão dos meus sonhos por um suposto amor. Confundi relacionamento com posse e ciúme com zelo.
Morri no dia em que acreditei na crítica de pessoas cruéis. A pior delas? Eu mesma. Morri no dia em que me tornei escrava das minhas indecisões. No dia em que prestei mais atenção às minhas rugas do que aos meus sorrisos. Morri no dia que invejei , fofoquei e difamei. Sequer percebi o quanto havia me tornado uma vampira da felicidade alheia. Morri no dia que acreditei que preço era mais importante do que valor. Morri no dia em que me tornei competitiva e fiquei cega para a beleza da singularidade humana.

Morri no dia em que troquei o hoje pelo amanhã. Quer saber o mais estranho? O amanhã não chegou. Ficou vazio… Sem história, música ou cor. Não morri de causas naturais. Fui assassinada todos os dias. As razões desses abandonos foram uma sucessão de desculpas e equívocos. Mas ainda assim foram decisões.

O mais irônico de tudo isso?
As pessoas que vivem bem não tem medo da morte real.
As que vivem mal é que padecem desse sofrimento, embora já estejam mortas. É dessas que me despeço.

Lidia Guerra.