PSICOPEDAGOGIA NEUROPSICOLÓGICA - ESPAÇO PARA DISCUSSÃO DE TEMAS RELATIVOS A PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA. EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PSICÓLOGOS.REABILITAÇÃO COGNITIVA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA. TEMAS RELACIONADOS AO ESTUDO DA PSICOPEDAGOGIA, PSICOLOGIA CLÍNICA, NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA E REABILITAÇÃO COGNITIVA - DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM, SÍNDROMES DA APRENDIZAGEM - EDUCAÇÃO SEXUAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

quinta-feira, 8 de março de 2018

para você


PARA VOCÊ!
08/03/18

By: VMC
M enina serena , plena, faceira, inteligente
U m dia transformou casa em castelo
L ar repleto de filhos, marido, cachorro...
H oje comemora-se seu dia, mundialmente
E sperança que os ATRIBUTOS, e                  desejos  sejam
R espeitados em todos os cantos desse            planeta!



        

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

IDOSOS ÓRFÃOS DE FILHOS


Por Ana Fraiman, Mestre em Psicologia Social pela USP
Atenção e carinho estão para a alegria da alma, como o ar que respiramos está para a saúde do corpo. Nestas últimas décadas surgiu uma geração de pais sem filhos presentes, por força de uma cultura de independência e autonomia levada ao extremo, que impacta negativamente no modo de vida de toda a família. Muitos filhos adultos ficam irritados por precisarem acompanhar os pais idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões
A ordem era essa: em busca de melhores oportunidades, vinham para as cidades os filhos mais crescidos e não necessariamente os mais fortes, que logo traziam seus irmãos, que logo traziam seus pais e moravam todos sob um mesmo teto, até que a vida e o trabalho duro e honesto lhes propiciassem melhores condições. Este senhor, com olhos sonhadores, rememorava com saudade os tempos em que cavavam buracos nas terras e ali dormiam, cheios de sonho que lhes fortalecia os músculos cansados. Não importava dormir ao relento. Cediam ao cansaço sob a luz das estrelas e das esperanças.
A evasão dos mais jovens em busca de recursos de sobrevivência e de desenvolvimento, sempre ocorreu. Trabalho, estudos, fugas das guerras e perseguições, a seca e a fome brutal, desde que o mundo é mundo pressionou os jovens a abandonarem o lar paterno. Também os jovens fugiram da violência e brutalidade de seus pais ignorantes e de mau gênio. Nada disso, porém, era vivido como abandono: era rompimento nos casos mais drásticos. Era separação vivida como intervalo, breve ou tornado definitivo, caso a vida não lhes concedesse condição futura de reencontro, de reunião.

Separação e responsabilidade

Assim como os pais deixavam e, ainda deixam seus filhos em mãos de outros familiares, ao partirem em busca de melhores condições de vida, de trabalho e estudos, houve filhos que se separaram de seus pais. Em geral, porém, isso não é percebido como abandono emocional. Não há descaso nem esquecimento. Os filhos que partem e partiam, também assumiam responsabilidades pesadas de ampará-los e aos irmãos mais jovens. Gratidão e retorno, em forma de cuidados ainda que à distância. Mesmo quando um filho não está presente na vida de seus pais, sua voz ao telefone, agora enviada pelas modernas tecnologias e, com ela as imagens nas telinhas, carrega a melodia do afeto, da saudade e da genuína preocupação. E os mais velhos nutrem seus corações e curam as feridas de suas almas, por que se sentem amados e podem abençoá-los. Nos tempos de hoje, porém, dentro de um espectro social muito amplo e profundo, os abandonos e as distâncias não ocupam mais do que algumas quadras ou quilômetros que podem ser vencidos em poucas horas. Nasceu uma geração de ‘pais órfãos de filhos’. Pais órfãos que não se negam a prestar ajuda financeira. Pais mais velhos que sustentam os netos nas escolas e pagam viagens de estudo fora do país. Pais que cedem seus créditos consignados para filhos contraírem dívidas em seus honrados nomes, que lhes antecipam herança. Mas que não têm assento à vida familiar dos mais jovens, seus próprios filhos e netos, em razão – talvez, não diretamente de seu desinteresse, nem de sua falta de tempo – mas da crença de que seus pais se bastam.
Este estilo de vida, nos dias comuns, que não inclui conversa amena e exclui a ‘presença a troco de nada, só para ficar junto’, dificulta ou, mesmo, impede o compartilhar de valores e interesses por parte dos membros de uma família na atualidade, resulta de uma cultura baseada na afirmação das individualidades e na política familiar focada nos mais jovens, nos que tomam decisões ego-centradas e na alta velocidade: tudo muito veloz, tudo fugaz, tudo incerto e instável. Vida líquida, como diz Zygmunt Bauman, sociólogo polonês. Instalou-se e aprofundou-se nos pais, nem tão velhos assim, o sentimento de abandono. E de desespero. O universo de relacionamento nas sociedades líquidas assegura a insegurança permanente e monta uma armadilha em que redes sociais são suficientes para gerar controle e sentimento de pertença. Não passam, porém de ilusões que mascaram as distâncias interpessoais que se acentuam e que esvaziam de afeto, mesmo aquelas que são primordiais: entre pais e filhos e entre irmãos. O desespero calado dos pais desvalidos, órfãos de quem lhes asseguraria conforto emocional e, quiçá material, não faz parte de uma genuína renúncia da parte destes pais, que ‘não querem incomodar ninguém’, uma falsa racionalidade – e é para isso que se prestam as racionalizações – que abala a saúde, a segurança pessoal, o senso de pertença. É do medo de perder o pouco que seus filhos lhes concedem em termos de atenção e presença afetuosa. O primado da ‘falta de tempo’ torna muito difícil viver um dia a dia em que a pessoa está sujeita ao pânico de não ter com quem contar.
A irritação por precisar mudar alguns hábitos. Muitos filhos adultos ficam irritados por precisarem acompanhar os pais idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões. Desde os poucos minutos dos sinais luminosos para se atravessar uma rua, até as grandes filas nos supermercados, a dificuldade de caminhar por calçadas quebradas e a hesitação ao digitar uma senha de computador, qualquer coisa que tire o adulto de seu tempo de trabalho e do seu lazer, ao acompanhar os pais, é causa de irritação. Inclusive por que o próprio lazer, igualmente, é executado com horário marcado e em espaço determinado. Nas salas de espera veem-se os idosos calados e seus filhos entretidos nos seus jornais, revistas, tablets e celulares. Vive-se uma vida velocíssima, em que quase todo o tempo do simples existir deve ser vertido para tempo útil, entendendo-se tempo útil como aquele que também é investido nas redes sociais. Enquanto isso, para os mais velhos o relógio gira mais lento, à medida que percebem, eles próprios, irem passando pelo tempo. O tempo para estar parado, o tempo da fruição está limitado. Os adultos correm para diminuir suas ansiosas marchas em aulas de meditação. Os mais velhos têm tempo sobrante para escutar os outros, ou para lerem seus livros, a Bíblia, tudo aquilo que possa requerer reflexão. Ou somente uma leve distração. Os idosos leem o de que gostam. Adultos devoram artigos, revistas e informações sobre o seu trabalho, em suas hiper especializações. Têm que estar a par de tudo just in time – o que não significa exatamente saber, posto que existe grande diferença entre saber e tomar conhecimento. Já, os mais velhos querem mais é se livrar do excesso de conhecimento e manter suas mentes mais abertas e em repouso. Ou, então, focadas naquilo que realmente lhes faz bem como pessoa. Restam poucos interesses em comum a compartilhar. Idosos precisam de tempo para fazer nada e, simplesmente recordar. Idosos apreciam prosear. Adultos têm necessidade de dizer e de contar. A prosa poética e contemplativa ausentou-se do seu dia a dia. Ela não é útil, não produz resultados palpáveis.

IN: http://www.revistapazes.com/5440-2/

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

A ENVELHECÊNCIA DE TODOS NÓS

A ENVELHECÊNCIA DE TODOS NÓS




           Não somos preparados para ver como se apagam as velas das pessoas que amamos (pais, avós, tios, sogros, amigos queridos). Principalmente a de nossos pais, que nos deram a vida e nos amam incondicionalmente.
         Ver como seus olhos estão perdendo o brilho, alheios a tudo o que os rodeia, que seu olhar divaga pelos cantos de seu subconsciente.
É difícil ver essas pessoas tornando-se pequenos e frágeis desta maneira.
          Não há palavras para descrever esse sentimento.
É triste vê-los na penosa situação de saúde mental (demência senil, alzheimer, acidente vascular cerebral, estados vegetativos, depressão profunda, esquizofrenia ou outro qualquer).
Nenhum hospital consegue tomar conta deles como nós mesmos e, de repente, temos que ser enfermeiros ou pagarmos cuidadores e        residências para idosos ou doentes.
           Que desolador que os que deram tudo por você e por sua família um dia te perguntem "Quem és?" .. não por esquecimento ou descuido voluntário, mas por deterioração mental.
Difícil compreender que pouco a pouco vão perder capacidades e mobilidade, até chegarem os problemas mais graves. O sistema público de saúde pouco ou nada faz.
Assim, comumente eles exigem todo o seu tempo de forma exclusiva!!!
Tenha calma! Tenha paciência! Eles não têm culpa de terem ficado assim!
            Apenas faça a sua parte, da melhor forma que pode.
Nunca saberemos a quem essas doenças podem tocar, até que nos toque um dia. Ou a um dos nossos amados ou a nós mesmos.
            Se Deus nos permitir, seremos mais velhos um dia e roguemos ao Pai que não cheguemos situação semelhante, desamparados, desassistidos, solitários, sem carinho, atenção e amor.
A falta de saúde mental não é "fraqueza", é doença.
         Esse é o mês da consciência das doenças mentais.
Vou fazer mais um pedido: cuide de todos os seus como gostaria que fosse cuidado por eles.
(AUTOR DESCONHECIDO)




P.S.   ESSA É SOPHIA, UMA DAS MINHAS NETINHAS MAIS LINDAS...QUANDO NASCEU TAMBÉM NÃO TINHA DENTES, MAS TINHA O SORRISO MAIS LINDO DO MUNDO...NÃO SABIA FALAR MAS, DIZIA PALAVRAS COM TANTA SABEDORIA QUE NOS DEIXAVA DE QUEIXO CAÍDO...TAMBÉM USAVA FRALDAS MAS, NÃO SENTÍAMOS NOJO AO LIMPA-LA....ENFIM, OS MOVIMENTOS SE TORNAM LENTOS, ASSIM COMO O PENSAMENTO, A MEMÓRIA NÓS TRAI, A TODO TEMPO... AO ENVELHECERMOS, TUDO ISSO VOLTA....TODA ESSA BELEZA SE TRANSFORMA COM A ENVELHESCÊNCIA..APENAS NOS RESTA O AMOR!...


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

IMPORTANCIA DA PSICOTERAPIA

4 lições de vida importantes que aprendi em terapia

Jessica Thiefels sempre foi defensora da terapia. E nesse artigo ela fala das lições de vida que aprendeu fazendo terapia.
Estamos muitas vezes tão perto dos nossos problemas e estressores. Falar com alguém do lado de fora é muitas vezes a única maneira de entender tudo.
Ela faz terapia um pouco mais de um ano para trabalhar em uma questão. Após apenas algumas sessões, ficou claro que essa questão não era o que ela achava que era.
Estava agindo como uma capa por muitos anos, mascando problemas que não percebia que tinha.
A cada sessão com sua terapeuta, elas falavam sobre algumas preocupações específicas. No entanto, descobriu que as seguintes quatro lições são realmente aplicáveis em muitas outras áreas da vida.
Faça como Jessica e tente usá-las para trabalhar com problemas próprios.

1- Nem tudo é perfeito

Antes da terapia, Jessica se descrevia como perfeccionista.
No entanto, sessão após a sessão, seu terapeuta percebeu que estava usando demais a palavra “perfeito”, desde quando estava falando sobre o último sábado à noite até o último treino.
Ela estava lutando para alcançar a perfeição em todas as áreas da sua vida, e não tinha percebido isso.
Este tipo de pensamento perfeccionista alimenta diretamente uma mentalidade de preto e branco: se não for perfeito, não é bom o suficiente.
Isso coloca uma pressão extrema sobre você para fazer tudo perfeito, levando a ansiedade e estresse.
É raro que qualquer coisa seja negra ou branca em nossa vida, muito menos perfeita. Trabalhar para superar esse tipo de pensamento alivia um fardo desnecessário. E deixar espaço para erros e tudo o que a vida lhe oferecer.

2- O problema está sempre algumas camadas mais profundas

A raiz de qualquer problema, raramente é o que vemos e sentimos na superfície, dificultando o tratamento sem cavar mais fundo, dentro de nós mesmos:

“Para tudo o que enfrentamos hoje, há uma raiz atrás disso”, disse Celestine Chua, profissional de crescimento pessoal e empresária.

“Compreender a causa raiz é fundamental para resolver nossos problemas. Uma vez que a raiz foi removida, os efeitos serão tratados de acordo. “

Os terapeutas são conhecidos por fazer perguntas como: “Como isso faz você se sentir?”, E por uma boa razão. Essas perguntas ajudam a chegar à raiz do problema.
Nossa primeira resposta raramente é a que contém a chave para a solução.
Ao se questionar, você pode entender o que está acontecendo em sua mente: “Por que eu acho isso? Por que me sinto assim? Por que é a minha primeira resposta?”.  Questione cada resposta até chegar à raiz.

3-Os medos são muitas vezes apenas pensamentos pouco claros

Todos temos medos.Incluindo medo de répteis, insetos, situações sociais, falhas pessoais e falas em público.
Na terapia, Jessica percebeu que muitos dos seus medos não foram claramente “processados”em sua mente. Eles eram mais nuvens ameaçadoras que estavam sobre sua cabeça.
Mas quando colocou um “rosto” e uma descrição para o seu medo, não foi tão ruim assim.
Por exemplo, com o medo de falar em público, ela se perguntou: “O que é tão assustador sobre isso?” Os motivos podem incluir:
  • Eu posso esquecer o que eu preciso dizer.

  • Eu posso tropeçar em minhas palavras.

  • Eu posso dizer o que é errado.

Todas essas são preocupações válidas, mas agora pensem sobre o que aconteceria se esses medos se concretizassem. As pessoas ririam de você? Você ficaria com problemas? Você causaria danos irreversíveis?
Mas no final percebe que essas conseqüências não são suscetíveis de acontecer e que não são tão terríveis como seus pensamentos estão fazendo você pensar que elas seriam.
Em vez de deixar esse medo paralisar você, pergunte-se: Por que estou com medo disso? Qual o pior que pode acontecer? Você pode chegar a conclusão que a realidade não é tão assustadora.

4- Mudanças dão trabalho e levam tempo

A mudança não acontece do dia para a noite.
Aprendemos certos comportamentos e mentalidades durante um longo período de tempo. Alterá-los e mudar os padrões que construímos no nosso cérebro, é um processo longo.
O longo processo da Jessica, envolveu repetição de mantras e hábitos diários que reforçaram as mudanças que estava tentando fazer.
Quanto tempo leva para chegar a um ponto de paz e compreensão é diferente para todos, mas entrar no processo sabendo que levará tempo é fundamental.
Tanto na vida quanto na terapia, essa mentalidade dá espaço para entender os problemas e trabalhar em direção a uma solução.
Jessica mantêm essas lições consigo o tempo todo. Você também pode usá-los para resolver problemas em sua própria vida ou como inspiração para procurar um terapeuta.
Todo mundo tem suas próprias lições para aprender. Talvez seja hora de descobrir a sua.

Equipe FalaFreud
FalaFreud é o melhor caminho para a terapia de forma fácil, acessível e conveniente para aqueles que procuram uma vida melhor. Você pode se conectar com um terapeuta do conforto e privacidade da sua casa usando o seu smartphone, baixe o nosso aplicativo emhttp://www.falafreud.com/ e converse hoje mesmo com um terapeuta.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Conheça a ti mesmo!

Quando mais precisei,
você não estava lá!
Quando mais precisei, você não estava lá. Isso me destruiu e fez com que eu afundasse em uma grande tristeza. Quando mais precisei, a solidão me acompanhou. Esperava mais de você e acabou me decepcionando. Quando mais precisei, me submergi na tristeza. Será o momento de mudar esta visão sobre mim e sobre os demais?
Muitas vezes precisamos de alguém. Seja porque nos sentíamos mal, porque precisávamos de apoio, porque queríamos um ombro no qual chorar… Mas, o que ocorre quando não há ninguém nestes momentos? Ninguém que nos dê a atenção da qual precisamos. Por que, de repente, ninguém pode vir nos dar a mão pela qual gritamos em silêncio?

“Muitas das suas tristezas inexplicáveis têm uma só explicação: você não amou como os outros precisavam ou não te amaram como você esperava.”
– Bernardo Stamateas –

Certamente você já viveu, mais de uma vez, uma situação como essa… e se não foi assim, que sorte! Não há pior sensação do que, quando você mais precisa de alguém, esse alguém não estar disponível para você
Quando você se dá conta de que você não existe
O pior que pode acontecer conosco é percebermos que não existimos para aquela pessoa que consideramos especial. É uma sensação muito negativa que faz florescer emoções de abandono, de rejeição, de não nos sentirmos amados…
Quando nos damos conta de que não existimos para o outro, isso pode provocar uma importante perda de autoestima, principalmente se nós tivermos nos acostumado a depender dos demais para nos valorizarmos.
Certamente você se sente identificado com muitas pessoas que têm carências afetivas por este motivo. Porque não são capazes de compreender que as pessoas nem sempre estão com elas, que haverá um momento em sua vida no qual ela estará sozinha. Você deve interiorizar esse fato. As pessoas têm algo parecido a um limite em sua vida, chegam somente até certo ponto. A partir desse ponto, você avança sozinho.
É um momento difícil, um momento que tenta ser atrasado por muitas pessoas, mas que inevitavelmente chegará. Ninguém poderá te acompanhar, ninguém estará contigo. Você estará só, caminhará só. Ninguém vai precisar nem chamar por você… Será o seu pior momento, no qual a sensação de abandono será potencializada de uma maneira insuportável.
A solidão é a única coisa que você encontra quando não está procurando por ela.


Liberte-se das correntes
Essa sensação de abandono, de que todos te deixaram, essa sensação de “sozinho diante do perigo” que te cerca quando você tem que seguir sozinho o caminho, manifesta as correntes nas quais você sempre se viu preso.
Desde que éramos pequenos nos acostumaram a realizar certas coisas com os amigos, com a família… mas, e se um dia nos encontrarmos sós? Devemos aprender a não depender de ninguém para seguir nosso caminho, para fazer as coisas que queremos fazer. Anote estes conselhos e os tenha sempre muito presentes.
·         Ame-se e valorize-se! Pois quando você se encontrar sozinho, se dará conta de que, na verdade, não está: tem a si mesmo! Aprenda a se amar e a não permitir que sua  autoestima dependa dos demais, nem que a sua felicidade dependa do resto.
·         Faça amizade com a solidão: às vezes pensamos que a solidão não é boa, mas isso não é verdade. Aprenda a vê-la de outra maneira. Você poderá aprender muito, como, por exemplo, a conhecer mais você mesmo.
·         Não dependa de ninguém para ser feliz: pois sua felicidade não deve depender de ninguém, já que isso só te coloca em um vai e vem de emoções que te deixarão frustrado e te farão completamente infeliz. Procure a felicidade em si mesmo e não em outras pessoas.
·         Aprenda a se despedir: algo que não nos ensinam, mas que é muito necessário. As pessoas entram em nossa vida e também sairão dela, nos farão mal, nos decepcionarão… Despedir-se delas é algo difícil, mas devemos aprender a fazer isso agora mesmo.
·         Não espere nada de ninguém: pois, às vezes, nossas expectativas são muito elevadas com respeito aos demais, e acabamos esperando muito. Evite se decepcionar. Não espere nada de ninguém e você será muito mais feliz!
Nenhuma pessoa deixa de se importar da noite para o dia, e se o faz, é porque nunca se importou de verdade.
Alguma vez você se encontrou na situação de precisar de alguém que não estava disponível? Aprenda com estas experiências e aprenda a eliminar de sua mente a frase “quando mais precisei, você não estava presente”Compreenda que você só precisa de si mesmo. Você nunca falhará consigo mesmo, você sempre estará presente.
Não procure nenhuma mão para te ajudar, você tem seus próprios pés, mãos, tem seu corpo e sua mente. É a única pessoa da qual precisa. Não dependa de ninguém. Seja feliz! Aprenda a amar e a valorizar a si mesmo. Você é mais do que suficiente.


Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/quando-mais-precisei-voce-nao-estava-la/

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

4 EXERCÍCIOS PARA MUDAR PENSAMENTOS E COMPORTAMENTOS REPETITIVOS

4 EXERCÍCIOS PARA MUDAR PENSAMENTOS E COMPORTAMENTOS REPETITIVOS

Simples de fazer, sugestões ajudam a se livrar do sofrimento. Aprenda como


Neste momento, no qual o planeta e o Brasil passam por situações tão difíceis, se faz necessário ter cada vez mais consciência de uma postura pacífica, centrada e firme. Ficar preso na mente que só nos traz a repetição de sentimentos e nas conclusões calcadas no passado pode ser limitador e nos proporcionar ainda mais sofrimento. A conquista da paz interna e externa pede a flexibilidade de olhar tudo por outros ângulos e ao menos questionar os que nos são mais familiares.
A física quântica fala que a nossa realidade só existe no instante em que olhamos para ela e significamos aquele momento. Sendo assim, vale dizer que as possibilidades para este colapsar da visão positiva ou negativa dependerão da forma e do significado que determinado momento tem para nós. Mesmo assim, temos sempre a oportunidade oculta de ressignificar as situações e, através de uma escolha consciente, acessar uma nova experiência que não estará ligada a nenhuma outra do passado, seja em memórias e emoções.
UMA ÚNICA SITUAÇÃO PODE TER DIFERENTES SIGNIFICADOS
Sendo ainda mais clara: podemos colocar outro significado em qualquer coisa em nossa vida, pois existem sempre milhares de possibilidades diferentes de encararmos uma situação ou pessoa. É preciso lembrar que em tudo que olhamos colocamos em ação a nossa história, fazendo a reedição da mesma. Se olharmos para um objeto que nunca vimos antes, na maior parte das vezes tentaremos achar dentro de nossas memórias um possível significado para ele. E, assim, teremos infinitas descrições e possibilidades de significado para um único elemento desconhecido, dependendo de quem estiver o observando. Uma ou outra ideia poderá até ser parecida, mas apenas isso, pois os sentimentos gerados para cada pessoa serão sempre diferentes.

Foto mostra a imagem de uma donzela e a de uma velha, qual você vê primeiro? (Imagem: Prints and Photographs Online Catalog. Library of Congress)
Digerido isso, podemos ir mais adiante em nossa determinação de mudar as formas repetitivas e indesejadas de lidar com a vida em geral. Neste caso, não temos outra alternativa a não ser flexibilizar o nosso olhar e ao menos tentar aceitar que existem outra maneiras de ver o que estamos vendo. Essa nova postura no dia a dia trará o potencial que estamos precisando para efetivamente mudar o que não queremos mais em nossos pensamentos. Lembrando também que o que está dentro de nós está fora nas situações e relacionamentos.
4 EXERCÍCIOS FÁCEIS PARA SEU DIA A DIA
Explicado e relembrado esse aspecto tão importante para um posicionamento mais saudável em relação à vida, principalmente quando ela está nos desafiando, vou sugerir alguns exercícios que devem ser experimentados e repetidos todos os dias, se possível várias vezes, focando na intenção correta. Todos são bem simples e de fácil execução, exatamente para que façam parte automaticamente de seu dia a dia, lhe ajudando a ser mais feliz. Não será nenhum milagre se não for realizado com intenção positiva e continuidade.
Leia com muita atenção, várias vezes, e escolha qual vai trazer para seu cotidiano. Se quiser realizar todos, tudo bem, mas se certifique que não vai se dispersar com tantas opções e acabar não realizando nenhuma delas.
1 - Desarme sua programação neural sorrindo
Este exercício é realmente muito simples e, por esta razão, é possível que venha a achá-lo uma bobagem. Mas não é! Você perceberá, ao longo do treino, que ele causará uma leveza significativa em sua vida.
Para que saiba onde utilizá-lo, é necessário observar seus pensamentos e emoções com frequência. Feito isso, sempre que perceber que está sofrendo com algum pensamento, comportamento ou sentimento, comece a sorrir imediatamente."sempre que perceber que está sofrendo com algum pensamento, comportamento ou sentimento, comece a sorrir imediatamente."
Mesmo que seja algo forçado inicialmente, se esforce para sorrir - e até gargalhar - e trazer a emoção positiva para aquela situação. Não precisa fazer sentido. Simplesmente ria.
Ao ir para o extremo oposto de sua emoção negativa - por meio de uma simples risada - você interromperá a sinapse da ramificação neural que alimenta e reforça em seu sistema o sofrimento já registrado anteriormente. Com esta quebra de padrão, ficará cada vez mais fácil seguir em frente em direções novas e criativas.
Quanto mais se esforçar em perceber seus pensamentos e ações, maiores os resultados positivos neste exercício.
2 - Relaxe com a técnica da respiração cruzada
Técnica desenvolvida por George Pratt, Ph.D., e Peter Lambrou, Ph.D - "Um programa natural de quatro passos para ativar a alegria natural que existe em você".
Com este exercício de respiração você terá a oportunidade de reequilibrar seu sistema neuromuscular. Experimente! Ele pode ser usado sempre que se sentir afetado com a agitação mental e utilizado junto com qualquer outro exercício ensinado neste artigo ou que você já conheça, pois causa uma sensação de relaxamento físico e mental.
·         1Sentado, cruze o tornozelo esquerdo sobre o direito.
·         2Apoie a mão esquerda sobre o peito, de forma que os dedos fiquem sobre o lado direito da clavícula. Depois, cruze a mão direita sobre a esquerda, de forma que os dedos desta mão fiquem apoiados sobre o lado esquerdo da clavícula.
·         3Inspire pelo nariz e expire pela boca. Ao inspirar, deixe a língua tocar o céu da boca, bem atrás dos dentes superiores. Ao expirar novamente, toque os dentes inferiores com a língua.
·         4Continue respirando de forma suave, durante 2 minutos.
·         5Terminado o exercício, continue seus afazeres normalmente.
·         6Vale lembrar que este exercício pode ser utilizado em qualquer lugar ou circunstância.
3 - Mexa o corpo para aliviar tensões
Você já deve ter ouvido falar que colocar o corpo em movimento - seja caminhar, dançar ou até socar - alivia tensões. Mas este resultado pode ser potencializado se você associar estes
Se estamos sob a Lei de Causa e Efeito, "ficar de bobeira" enquanto exercitamos nosso corpo é uma tolice. Os exercícios físicos produzem muitos benefícios, dentre esses a produção de endorfina, chamada de hormônio do bem-estar. Ela é uma substância química utilizada pelos neurônios na comunicação do sistema nervoso, que, ao ser transportada pelo sangue, faz comunicação entre células. Além do seu efeito analgésico, acredita-se que as endorfinas controlam a reação do corpo à tensão, regulando algumas funções do sistema nervoso, que determinam o humor. Elas também podem regular a liberação de outros hormônios e ajudar na memória, imunidade, dores, concentração, vida sexual e muito mais.
Com este aliado natural, devemos aproveitar os momentos em que nos exercitamos para liberar os sentimentos negativos e conscientemente escolher pensar em toda a alegria que gostaríamos de sentir. Produza a causa para o efeito que quer colher. Alimente pensamentos de alegria e paz. Use a atividade que mais lhe agrada e tenha total consciência de seu corpo e atenção aos sentimentos que está produzindo, pois eles estão sendo registrados e é isso que vai gerar o efeito para sua vida.
4 - PRATIQUE A SIMPLICIDADE DA OBSERVAÇÃO
Este hábito é um dos mais saudáveis e difíceis que devemos desenvolver no nosso dia a dia. Observar a natureza é sempre muito agradável, mas observar o ser humano pode ser bem difícil. Observar a si mesmo é ainda mais desafiador. E observar sem julgamento, então, é uma coisa que para a maioria é inconcebível e inatingível. Mas eu digo que é onde devemos colocar nossos maiores esforços, minuto a minuto. Este exercício pode mudar para melhor toda uma historia de vida. Experimente!
·         Comece percebendo onde você está. Qual luminosidade, sons e temperatura do local. Observe as pessoas ao seu lado, como falam e como se portam. Só observe-as, sem julgamentos. Apenas constate. Enquanto o julgamento gera emoções, a constatação não, são apenas fatos. Se você consegue constatar, sem julgar, terá com certeza menos da metade de problemas que a maioria cria.
·         Talvez seja bem difícil, mas não desista nunca. Vai valer cada minuto.
Muito importante - Estes exercícios, aos poucos, vão fazer você ver como está seu conhecimento sobre seus pensamentos e sentimentos, que devem ser corajosamente olhados para serem integrados. Assim, o próprio exercício de se abrir para o novo terá ainda mais força dentro de você.
Quero reforçar aqui a necessidade de fazer o exercício que escolher, todos os dias, no período de pelo menos 1 mês, e mantê-lo se assim achar adequado. Não se conquista nada sem determinação e vontade! Escolha viver com mais leveza e melhor. Bom treino mental!
TENTE, EXPERIMENTE, SÓ APÓS ISSO, JULGUE E DÊ SUA OPINIÃO.....