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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Vagina: o que acontece dentro dela na hora do sexo

Durante excitação e penetração, vagina passa por algumas mudanças; entenda e aprenda a usá-las a seu favor

Conteúdo atualizado em 05/08/2020

Ela é rodeada de tabus e "pepeca", "perereca" e "periquita" são alguns de seus apelidos. A vagina proporciona prazer intenso às mulheres e pode até trazer um novo ser humano ao mundo. Mas muitas ainda têm vergonha de conhecê-la e entender tudo que ela pode proporcionar na hora do sexo.

O que é a vagina, afinal?

A vagina é a parte interna do aparelho genital feminino. Tudo que está por fora é a vulva, que abriga os lábios e a uretra. O canal vaginal liga a vulva ao colo do útero, e é lá que o pênis penetra durante o sexo.

Como é a sensação dentro da vagina

Para tentar entender como é estar lá dentro, o jornal britânico Metro pediu que seus leitores heterossexuais descrevessem como era a sensação. Algumas das respostas foram:

  • "Parece uma luva justa cheia de óleo quente"
  • "Um donut de geleia mole e suave que você acabou de perfurar com seu pênis"
  • "Quente, macio e sensível com aquele ligeiro atrito"

Essas respostas dão a pista sobre do que a vagina é feita. De acordo com a ginecologista Patricia Gonçalves de Almeida, o canal é um tubo muscular revestido por fibras musculares e lisas e uma mucosa.

De fato, ela é mais quente do que o resto do corpo. Por causa da intensa circulação de sangue, hormônio e glicose, a temperatura do canal vaginal é alta, semelhante ao canal retal, que é de onde vêm as fezes.

O que acontece na vagina durante o sexo

Foto: ECOSY/Shutterstock
Foto: ECOSY/Shutterstock

Por ser uma mucosa, a vagina também é úmida. E as responsáveis por isso são as Glândulas de Bartholin, na entrada da vagina, e as Glândulas de Skene, de cada lado do canal da uretra.

Quando ficamos excitadas, essas glândulas trabalham ainda mais, lubrificando intensamente. É como se nosso corpo se preparasse para a penetração ainda nas preliminares.

Vagina e vulva
Vagina e vulva

E esse é um dos motivos que justificam a importância desses passos para uma boa transa, mesmo para quem prefere a parte da penetração. Sem boas preliminares, o organismo da mulher não conseguirá entender nem ter tempo para lubrificar a vagina.

Ejaculação feminina

"Algumas mulheres ficam tão excitadas que as Glândulas de Skene liberam um jato de secreção de lubrificação tão intenso que simula a ejaculação no homem", explica a ginecologista.

De acordo com Patrícia, há alguns casos em que ter toda essa lubrificação é, de fato, mais difícil. Segundo ela, mulheres que estão passando pela menopausa ou usando alguns anticoncepcionais podem ter dificuldade de produzir esse ingrediente tão importante.

Na hora da penetração, os músculos do canal vaginal se distendem para se acoplar ao pênis, e a vagina pode aumentar de tamanho e de diâmetro, de acordo com as medidas do pênis do parceiro.

Foto: ECOSY/Shutterstock
Foto: ECOSY/Shutterstock

"Em média a vagina mede 7 a 10 centímetros, variando de acordo com o biotipo da mulher. A extensão da vagina muda de acordo ao tamanho do pênis, durante a penetração, contudo tem de ser proporcional, para que não haja lesões ou lacerações da vagina", explica Patrícia.

No entanto, ao contrário do que dizem algumas lendas, fazer sexo não é capaz de alterar o tamanho ou o diâmetro da vagina definitivamente. Ela só pode ficar mais alargada com uma dilatação intensa, com penetração de objetos grandes ou em partos de bebês muito maiores do que a vagina suporta.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

A Verdadeira Força está em compreender e aceitar a dor emocional - Escola Psicologia 
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A Verdadeira Força está em compreender e aceitar a dor emocional 
Posted: 06 Dec 2012 07:51 AM 


 Inevitavelmente todos nós passamos por alguns momentos difíceis na nossa vida. Frustrações, perdas e decepções oriundas de várias situações que enfrentamos e temos de lidar causam-nos dor emocional. Empurram-nos para baixo, afetam-nos negativamente o nosso dia a dia. Vamos sentindo um enorme pesar, sentimos o nosso bem-estar a ser afetado e por vezes sentimo-nos infelizes. 

Quando chegamos ao ponto de ver a nossa felicidade a esfumar-se, a carga emocional negativa aumenta e tudo nos parece um enorme tormento. Na grande maioria das vezes o sofrimento instala-se pelo fato de não compreendermos e aceitarmos a dor emocional. Não me refiro a aceitar no sentido de gostarmos, desejarmos ou de forma passiva adaptarmo-nos a esse sentimento negativo. Não, não é isso. O que pretendo demonstrar neste artigo, é que, a dor emocional é muito mais uma avaliação que a pessoa faz de acordo com as suas crenças, expetativas e desejos, do que propriamente algo que só por si gera sofrimento. 

FICAR TRISTE NÃO SIGNIFICA SER-SE FRACO 

Por vezes quando passamos por uma dificuldade na vida, em que o nosso humor diminui e perdemos a vontade para grande parte das coisas, há algumas áreas em que conseguimos ter a perceção de que temos de ser fortes. Temos de ser forte pelos filhos, pelos amigos, pelo parceiro. Construímos esta ideia de que ser forte significa não ficar triste, abatido ou com o humor diminuído. A tristeza é parte da vida, sem exceções para ninguém. No entanto essa tristeza que é comum a todos nós, tem vindo a ser repudiada, odiada e mal amada. Muitos de nós temos que fingir uma vida em que negar a tristeza é mais admirável ou aceite do que reconhecer a tristeza como um fato. Sentir tristeza quando algo menos bom, terrível ou catastrófico está acontecendo é apropriado e verdadeiro. É claro que se eu tiver a passar por um momento difícil não seria apropriado deitar-me no chão e chorar desalmadamente na frente dos meus filhos, mas mostrar-lhe que um adulto pode suportar a sua tristeza e recuperar-se é uma lição importante para eles aprenderem. 

A VERDADEIRA FORÇA 
A nossa força, seja ela força vital, força emocional, força interior, força de vontade ou tenacidade mental é muito mais uma maneira de lidar com os desafios da vida, do que sermos impenetráveis aos sentimentos desagradáveis. É muito mais uma ideia construída de que podemos orientar o nosso pensamento e a nós mesmos, mesmo em sofrimento, para uma atitude positiva, uma atitude de enfrentamento e de motivação para a superação. Os desafios irão aparecer, isso é uma certeza. Mas conseguirmos reconhecer a verdade, aceitar o que sentimos no nosso corpo, enfrentar os ressentimentos e deceções, sentimentos negativos e angústias é o primeiro passo na construção da nossa força. Em seguida devemos dar-lhes atenção, trabalhar nesses aspetos desagradáveis (sentimentos e pensamentos), aprender com eles e, finalmente, superá-los. Estes são os marcadores da força vital e superação.

 HIPERSENSIBILIDADE À TRISTEZA 
Quantas vezes utilizamos o conceito de tristeza como algo insuportável, indesejável, de sofrimento e mal estar? “Fico triste se não vieres à minha festa de aniversário.” Fazemos de tudo para nos afastarmos do sentimento de tristeza tal qual na idade média as pessoas evitavam a peste negra. Como se ficar triste fosse o fim do mundo, e nós e as outras pessoas fizessemos de tudo para que a tristeza não tome o seu lugar. Todos nós, de uma forma geral temos vindo a ficar hipersensíveis à tristeza e a outro tipo de emoções negativas responsáveis pelo sentimento de dor emocional. A tristeza banalizou-se, generalizou-se, foram-se associando outros sentimentos ao conceito de tristeza. Associaram-se sentimentos dos mais subtis, como um pequeno desapontamento, aos mais evasivos, como a perda e o luto. Repudiamos a tristeza, abominamos os sentimentos negativos e estigmatizámos a dor emocional. Mas tudo isto, todas estas emoções, sentimentos e sensações desagradáveis fazem parte da condição humana. 
Tudo isso vive em nós e através de nós. Tem a sua utilidade, e não tem necessariamente de conduzir-nos ao sofrimento e infelicidade. Enquanto sociedade, nós não temos nenhuma ideia de como aceitar e viver com os sentimentos de tristeza ou medo, ansiedade, raiva ou frustração por aquilo que tudo isso representa para nós seres humanos, informação útil. Sim, a tristeza é informação útil em forma de sensações desagradáveis. Nós não somos educados a lidar com emoções difíceis, uma das habilidades mais importantes da vida. Nós não sabemos como deixar a tristeza simplesmente acontecer. Nós não aprendemos a presenciar o sentimento de tristeza, apenas por aquilo que ela é: tristeza. 
Acreditamos que ao invés de experimentar tristeza, ou permitir senti-la dando lugar à sua existência, devemos tornar-nos na tristeza, e passamos a ser uma pessoa triste. Fomos ensinados (e estamos ensinando os nossos filhos) que a tristeza é inimiga, e que, se nós permitirmos que exista em nós, ele irá destruir-nos. Como resultado, nós vamos fazer tudo para evitar sentir tristeza. 

NEGAÇÃO DA TRISTEZA E OUTROS SENTIMENTOS INCÔMODOS Quando negamos a tristeza, quando a olhamos como um inimigo, quando fazemos de tudo para nos ajudar a evitar o sentimento de tristeza, é como entrar num terreno pantanoso, quanto mais nos esforçamos para não nos afundarmos mais nos afundamos. E, quando aquilo que fazemos não é suficiente para suprimir o sentimento e evitar a dor emocional, sofremos. Julgamo-nos fracos, e pior, ficamos incapazes de sentir aquilo que é apropriado. 
Na verdade, podemos aprender a conviver com a tristeza, não temê-la, mas simplesmente aceitá-la como uma outra das experiências de vida que pode ser vivida. O fato da tristeza se fazer sentir não é um sinal do nosso fracasso, sofrimento ou infelicidade, nada disso. Não querer sentir tristeza na presença de uma situação desagradável, como a perda de um ente querido, não é um sinal de força, a não ser talvez a força da negação. A tristeza é apenas uma parte da vida. Quanto mais cedo nos permitirmos a conviver com esse sentimento e outros sentimentos negativos, mais cedo poderemos seguir com a nossa vida em frente. 
Olhar a tristeza de frente, como aquilo que ela é e representa, aceitando-a, evita que possamos desenvolver ansiedade e depressão. Quando nos permitimos sentir tristeza quando é justificável, quando nos permitimos abraçá-la e ficarmos de bem com ela, não julgar a nós mesmos e experienciá-la, é então que nos abrimos à possibilidade de um crescimento verdadeiramente forte e saudável. Sabemos que podemos enfrentar com confiança o que vier. A saber: A verdadeira força só pode surgir da verdade e realidade sentida. Assim também, quando somos capazes de sentir tristeza, nós também somos capazes de sentir alegria quando ela aparece, e a gratidão que a acompanha. Não podemos negar as emoções que não desejamos e esperar sermos capazes de experimentar plenamente as emoções que nós queremos. Nós não precisamos de despender tanto esforço para afastar o sentimento de tristeza numa tentativa de controlar as nossas vidas. O que precisamos é ensinar a nós mesmos e às crianças que, quando acontecem coisas tristes, podemos experimentar tristeza sem que isso nos afete o nosso bem-estar geral. A tristeza vai e vem (tal como o sentimento de felicidade) e que, em última análise, não são sentimentos permanentes. 

O LADO POSITIVO DA TRISTEZA E OUTROS SENTIMENTOS NEGATIVOS 

Os sentimentos não são bons nem maus, são apenas informação. Esta afirmação pode parecer demasiado romântica, à primeira vista sim. Mas, se aprofundarmos um pouco a análise dos benefícios dos sentimentos e sensações incómodas que sentimos no nossos corpo, é razoável afirmar que são vitais para uma vida apaixonada, motivada e psicologicamente satisfatória. Os sentimentos negativos e incómodos que nos geram dor emocional podem fornecer informações úteis para guiar-nos ao longo da vida. As emoções e sentimentos negativos tendem a ser melhores servos do que mestres, melhores navegadores do que condutores. Quando seguimos os sentimentos negativos, quando nos fundimos a eles e passamos a agir de acordo com a incapacidade que eles nos transmitem, ficamos desconectados do pensamento mais racional, mais objetivo, podendo levar-nos a agir imprudentemente ou de forma desajustada aos nossos objetivos de vida. Então, quando você não fica alarmado com os seus sentimentos negativos, quando permite experenciá-los e não os avalia de forma prematura, catalogando-os como catastróficos ou incapacitantes, constrói espaço para extrair as informações úteis que estão associadas ao seu incómodo. 

O que está na verdade na raiz desse incómodo: • O que você não tem? • O que você perdeu, ou o que você julgava conseguir? • O que você está evitando? • O que você tem medo ou o que você não é capaz de fazer? • O quanto a situação complica a sua vida, o quanto o diminui, o quanto o angustia? Tente pensar sobre os fatos do que está acontecendo, tanto dentro de você como ao seu redor. Se você está tão ofuscado pelos seus sentimentos que não consegue ver claramente, responder às questões anteriores e/ou falar sobre isso com alguém da sua confiança pode ser bastante benéfico. De certa forma, apresentei algumas das considerações que uso na terapia com os meus clientes, quer na consulta tradicional quer nas consultas de psicologia online. Vai-se conduzindo a pessoa a uma prática regular e disciplinada de colocar-se num estado mental equilibrado, de modo a que possa relaxar, distanciar-se e experienciar o que sente sem avaliações precipitadas e, assim desenvolver uma melhor capacidade de pensar e encontrar uma abordagem mais cautelosa e prudente para a sua vida, que honre os seus sentimentos e os fatos. 

COMPREENDER A VERDADEIRA FORÇA 

Ser forte não é querer não sentir tristeza, mas sim aprender a abraçá-la quando ela se faz sentir, dando-lhe a atenção necessária para que possa ter um melhor entendimento no sentido de encaminhá-lo para as ações que possam restabelecer o seu equilíbrio emocional. É desta forma que pode conseguir desenvolver força emocional ao longo da sua vida. Para sermos fortes emocionalmente, temos de conseguir lidar com a vasta panóplia de sentimentos e emoções negativas que vamos sendo alvo. À medida que vamos exercitando a autoregulação emocional, vamo-nos fortalecendo. A nossa força emocional vai aumentando e a verdadeira força toma lugar na nossa vida. Ficamos capacitados através da exercitação emocional para lidar com as situações desagradáveis e incómodas com que nos vamos deparando. Esta é a força de um guerreiro, a força de um pai sábio. 

A tristeza vai passar, como todas as emoções, mas vamos continuar, mais fortes e mais sólidos na nossa capacidade de viver, aceitar e experienciar o que é. E, o que é, é aquilo que sabiamente o nosso corpo sente. A reter: Se sabiamente na nossa mente e através da estruturação adequada dos nossos pensamentos conseguirmos compreender a mensagem contida nos sentimentos negativos, certamente facilitaremos a sua aceitação e evitamos que se transforme em sofrimento. Abraço 

segunda-feira, 13 de julho de 2020

ACNE? Eu???



Acne: estes alimentos podem ser a causa

Até a carne vermelha, quando consumida em excesso, pode provocar espinhas










Mulher com acne se olhando no espelho - Foto: GettyImages
acne é uma inflamação na pele que acontece quando há um aumento da produção de sebo associado a uma obstrução do folículo pilossebáceo, originando assim os cravos e também espinhas. Ela pode ser ocasionada por diferentes fatores, como hereditariedade, disfunções hormonais e psicológicas. No entanto, a alimentação também influencia de forma direta seu surgimento. Isso porque nosso corpo funciona como uma máquina toda interligada. Sendo assim, o que é ingerido influencia no funcionamento do organismo como um todo. Para falar sobre os alimentos que podem causar acne, o Minha Vida conversou com a médica nutróloga Andrea Quidute Sampaio, membro da Associação Brasileira de Nutrologia e o dermatologista Abdo Salomão Jr., sócio efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e membro da American Academy of Dermatology.
Confira a seguir os alimentos que, se consumidos em excesso, podem favorecer o aparecimento da acne:

Pães, massas, biscoitos

Diversos tipos de pães sobre uma mesa - Foto: GettyImages
Diversos tipos de pães sobre uma mesa - Foto: GettyImages
Alimentos que levam farinha branca em sua composição são alguns dos principais causadores de quadros inflamatórios na pele. O motivo é que esses ingredientes são ricos em carboidratos simples, que assim como o açúcar, fazem com que se eleve a produção de insulina. ?A substância favorece a produção de andrógenos, hormônios que desencadeiam a produção sebácea?, diz Andrea. Em outras palavras, estimulam a pele a excretar grandes quantidades de óleo e de sebo, o que aumenta a probabilidade de desenvolver acne.

Frituras

Frituras e outros alimentos gordurosos ajudam, e muito, no surgimento da acne. Isso porque os alimentos mais gordurosos acabam estimulando a pele também a produzir mais gordura através das glândulas sebáceas. "Além disso, alimentos como frituras, por exemplo, aumentam o colesterol e triglicerídeos sendo prejudiciais à saúde", diz Abdo Salomão Jr., sócio efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e membro da American Academy of Dermatology. Uma dieta mais gordurosa também vai fazer com que se tenha liberação de substâncias inflamatórias, que podem estar direta ou indiretamente relacionadas ao desencadeamento da acne.

Leites, queijos e iogurtes

Chocolate amargo em pedaços - Foto: GettyImages
De forma geral, alimentos derivados do leite também estão relacionados ao aparecimento da acne. De acordo com Andrea, existem muitos hormônios biodisponíveis dentro do leite, o que poderia estimular as glândulas a produzirem mais secreções oleosas.

Chocolate

Chocolate amargo em pedaços - Foto: GettyImages
O cacau, principal componente do chocolate não é um vilão. No entanto, outros componentes do chocolate como açúcar, leite e gorduras são prejudiciais para quem quer manter a pele saudável. "O cacau é uma fonte de magnésio e triptofano, nutrientes benéficos por estimularem o organismo a produzir endorfinas e serotoninas, responsáveis pelas sensações de bem-estar e prazer do corpo", explica Andrea. O conselho da especialista é optar por opções que contenham porcentagem de cacau mais alta e, principalmente, consumir o doce com moderação.

Carne vermelha

A carne vermelha conta com alta concentração de ômega 6, substância com efeitos pró-inflamatórios, que podem se manifestar na pele. Além disso, esse tipo de carne também costuma apresentar muita gordura saturada, fator igualmente prejudicial à saúde da pele. "A melhor carne para ser consumida por quem quer evitar a acne é o peixe, como o salmão e o namorado, que recomendo que as pessoas incluam no cardápio três vezes por semana. O frango também é saudável desde que não seja frito", opina o dermatologista Abdo.

Nutrientes que ajudam quem quer se livrar da acne

Para realmente se livrar da acne, o ideal é que se tenha uma alimentação equilibrada, balanceada, rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais, além de uma proteína magra (como os peixes).
Confira a seguir uma lista de nutrientes que ajudam a proteger seu organismo:
  • Zinco: presente no alho, semente de girassol, castanha do Pará, ostras, dentre outros.
  • Cobre: cereais integrais, cacau, frutas secas etc.
  • Selênio: frutos do mar, carnes e castanha do Pará.
  • Vitamina A: ovos, vegetais verde escuros ou de coloração alaranjada, como a abóbora, cenoura e batata doce.
  • Vitamina B5: abacate, batata doce, semente de girassol, lentilha, laranja, entre outros.
  • Vitamina C: laranja, goji berry, acerola, limão, abacaxi etc.
  • Ômega 3: peixes no geral.

terça-feira, 23 de junho de 2020

Complexo de Édipo

Significado do Complexo de Édipo

O que é o Complexo de Édipo:

Complexo de Édipo é uma fase do desenvolvimento psicossexual da criança do sexo masculino, que se caracteriza quando esta começa a sentir uma forte atração pela figura materna e se rivaliza com a figura paterna.
O Complexo de Édipo pertence ao processo que forma a sexualidade infantil, um conceito desenvolvido pelo neurologista e criador da Psicanálise, Sigmund Freud. Normalmente, o Complexo de Édipo surge durante a chamada “Fase Fálica”, que sucede a “Fase Oral” e “Fase Anal”, de acordo com a psicanálise freudiana.
Este termo – Complexo de Édipo - se originou a partir da mitologia grega, nomeadamente por influência da história que envolve a tragédia grega “Édipo Rei”, escrita originalmente por Sófocles, em 427 a.C.
Resumidamente, a lenda do “Édipo Rei” conta a história de como Édipo assassinou o seu pai e casou com a própria mãe, tendo quatro filhos com ela. Ambos, no entanto, não sabiam que eram mãe e filho. Quando descobriram (através do oráculo), Jocasta, a mãe de Édipo, se suicidou. O rapaz, como punição por não ter sido capaz de reconhecer a própria mãe, furou os dois olhos e ficou cego.
De acordo com a psicanálise, o Complexo de Édipo surge entre os 3 e 5 primeiros anos de vida da criança. A partir da relação que Freud faz com a lenda grega, nesta fase se desenvolve um “desejo incestuoso” da criança pela mãe, ao mesmo tempo que cria uma relação de conflito e disputa com o pai.
Alguns dos sintomas do Complexo de Édipo incluí o ciúme que o menino sente da mãe, quando esta está num convívio mais íntimo com o marido, por exemplo.
De acordo com Freud, a superação Complexo de Édipo é essencial para que a criança perceba a representatividade do pai na relação, assim como a estruturação da personalidade individual do menino.
Caso não haja uma correta resolução do Complexo de Édipo, este pode acarretar algumas consequências no comportamento do futuro adulto, como: dependência exagerada do sexo oposto, submissão ou opressão.
Ver também: o significado do Ego.

Complexo de Electra

Também conhecido sob a doutrina psicanalítica freudiana por “Complexo de Édipo Feminino”, consiste no desejo e atração que a criança do sexo feminino sente pela figura paterna.
O termo “Complexo de Electra” foi criado pelo psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Gustav Jung, em referência ao mito grego de Electra.
Segundo a mitologia grega, Electra teria ordenado a morte da própria mãe, após descobrir que esta mandou assassinar o seu pai.
Saiba mais sobre o significado do Complexo de Electra.

sábado, 11 de abril de 2020


Autismo e quarentena: mães têm novos desafios com filhos em casa
Quebra da rotina pode estar sendo ainda mais difícil para as famílias com crianças autistas, e psicóloga dá dicas de atividades para estimular o desenvolvimento em casa
Escrito por Bárbara Correa
Redação Minha Vida
Em 8/4/2020


Durante o isolamento social devido à COVID-19, ficar em casa tem afetado diretamente a saúde mental de muitas pessoas. No entanto, a quebra de rotina e as diversas incertezas quanto a esse período podem ser ainda mais difíceis para os pais de crianças com autismo.
"Tem sido muito difícil manter um filho autista na atual condição em que estamos vivendo. A quebra da rotina, a falta de compreensão de algo tão abstrato como o contágio por um vírus, são barreiras que vêm nos abalando muito", comenta Josiane Mariano, mãe do Heitor, de 9 anos.





Foto: Arquivo pessoal
Segundo a psicóloga e analista de comportamento do Grupo Conduzir, Giovana Vasconcellos, as dificuldades nesse período para as famílias de indivíduos com TEA podem estar relacionadas com os possíveis comportamentos resultantes da alteração tão intensa na rotina.
"É importante dizer que nem todos que estão no espectro podem ter dificuldades com essas mudanças, porém esse pode ser um dos sintomas marcantes que se dá tanto pelo baixo repertório social do indivíduo ou até mesmo por comportamentos rígidos de apegos a rotina", explica ela.
Para Fabiana da Silva Santos Rodrigues, mãe dos gêmeos de 12 anos que possuem o espectro autista, Nicolas Eduardo e Vitor Henrique, as crianças que não possuem essa condição podem estar sentindo ainda mais falta da vida social que tinham antes. No entanto, ela aponta algumas dificuldades com seus filhos.

Foto: Arquivo pessoal
Atividades dentro de casa para crianças autistas
A solução encontrada por Fabiana para manter Nicolas e Vitor ativos e aprendendo tem sido encontrar um tempo para estar presente em atividades que eles gostam e sintam-se felizes em realizá-las.
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Josiane também tem tentado colocar em prática atividades prazerosas para seu filho Heitor, como brincadeiras estruturadas ou que coloquem o físico para trabalhar. Ela conta que também lida com muita paciência com comportamentos inadequados de negação ou choro.
A psicóloga Giovana explica que é importante que as crianças com o espectro tenham essas atividades nesse período, pois garante que seus repertórios de ensino e aprendizado continuarão em desenvolvimento.
"A aproximação e participação dos pais é fundamental em todos os momentos da intervenção. Eles fazem parte da equipe, sem o seu engajamento na estimulação em momentos que os terapeutas não estão presentes pode limitar o desenvolvimento da criança", comenta a psicóloga.
Algumas das atividades recomendadas pela psicóloga são brincadeiras livres, em que as famílias possam usar recursos que têm em casa para explorar a criatividade. Confira algumas dicas:
·         fazer pintura
·         ajudar os pais na cozinha
·         ter uma sessão cinema
·         usar caixa de papelão para montar um carro ou casa
·         pular amarelinha
·         pular corda
Como ter uma boa convivência familiar na quarentena?
Giovana explica que essa é uma situação nova e diferente para todos, tanto para as crianças quanto para os adultos. Portanto, é natural que ambos enfrentem momentos de maiores ansiedade e até mesmo estresse.
"A dica é que as famílias aproveitem, dentro do possível, essas oportunidades para conhecer seus filhos de outras maneiras e com outros olhares. Nos momentos livres, é importante não se preocuparem ou culparem se a brincadeira não estiver parecendo tão legal quanto geralmente é, afinal, a rotina de todos não está como geralmente é", afirma.
Os tempos destinados para interação livre devem ser de qualidade - mesmo que sejam curtos. A psicóloga afirma que é importante que os pais busquem brincadeiras que sejam divertidas também para os adultos, para que aquela hora se torne leve e divertida para todos.
"Por fim, amor e carinho são sempre a base de tudo, independente de quarentena ou não - sem moderação", diz Giovana.
Fabiana conta que tem sido difícil conciliar o trabalho, casa e filhos, pois antes os gêmeos iam para a escola e faziam terapia. "Parece que todos, até eu mesma, acreditam que, se estamos em casa, tudo passa a ser nossa responsabilidade. Mas têm momentos que não consigo dar conta de tudo, tornando o dia mais pesado e difícil de levar" conta.
"A dificuldade em manter dois filhos com autismo na quarentena está em proporcionar atividades para mantê-los ativos, participativos, aprendendo. Além disso, temos que vigiá-los o tempo todo. Se tratando de autismo, tudo é uma incógnita e uma crise pode aparece a qualquer momento", completa.


Papai Noel existe? Como responder essa pergunta a seu filho
Contar a verdade sobre o bom velhinho, o Coelhinho da Páscoa e essas outras figuras não precisa ser traumático

Psicologia - CRP 58821/SP
Por Especialistas - Em 16/12/2013


Por Roman Samborskyi/Shutterstock
O que fazer quando nos perguntam se Papai Noel existe? Ou coelho da Páscoa ou a Fada do Dente? Pra que servem esses símbolos tão ricos?
As perguntas sobre a existência um dia irão aparecer, ou porque as crianças estão crescendo, ou pelo contato com outros amigos, que trazem essas questões à tona. É importante que, antes de tudo, possamos entender a função e a importância dessa experiência. O Papai Noel, a Fada do Dente, o Coelhinho da Páscoa...
Todos esses "amigos" ensinam às crianças bons valores: como a bondade, a , a esperança, a alegria, o sonho, o amor, a alegria de uma surpresa. Aprendem que existe algo a mais, algo que nos conecta a todos, de uma maneira muito amorosa e alegre.
Uma experiência lúdica, uma experiência de fé. Nosso desafio é mostrar para as crianças que essa experiência vive dentro de nossos corações e sim, irá se transformar, mas nunca morrer, desaparecer.
Esses símbolos nos ajudam a compreender emoções e sentimentos e nos auxiliam a entrar em contato com o espírito dessas datas que são tão especiais. O espírito da entrega, doação, gratidão, comunhão, do crescimento e do quanto vale a pena crescer.
A criança que vive essa experiência de maneira amorosa e rica, tende a se tornar um adulto que acredita em si mesmo e nesse algo a mais e que assim acredita também na vida. Confia que vale a pena investir em si mesmo e nos outros, nas relações.
Em que idade podem descobrir?
Porém, quando o pensamento lógico a todo vapor surge aos sete a nove anos e começa a entrar em contato com essa experiência, perguntas começam a aparecer. E ai nós ficamos perdidos, sem saber o que fazer.
Mas há um caminho mais suave para trilharmos. A primeira coisa é perguntarmos para a criança o que ela acha, assim você terá uma ideia de como esta construção esta se dando. Se ela estiver pronta, é hora de contar a verdade.
O ponto mais importante é sabermos que essa verdade não é algo que vem a desmontar algo e sim transformar. A criança perceberá todos esses elementos como grande ajuda na manutenção da fé, da magia de viver, da alegria de viver. E com esses símbolos vivos, perceberá que toda essa emoção já vive dentro de seu coração.
A conexão com o nascimento, a transformação, o renascimento, o amor, a paz. Toda essa conexão pode e será mantida. E esses símbolos sempre alegrarão seu coração, exatamente por nos trazerem para essa conexão.
A verdade que apenas transforma e traz para ainda mais perto a emoção destes momentos que sempre existirão na vida de todos nós. Momentos que se renovam com as crianças das nossas vidas.
O importante é cuidarmos de onde falamos, mas pensem: se vivemos esses momentos com as crianças isso já aconteceu de um lugar de muito amor e respeito. E se fizemos isso, o fizemos porque nossa criança interna viveu esse momento e ainda vive de alguma forma.
Portanto, a verdade que transforma traz a tona o tamanho desse amor e do quanto nossas crianças são tão importantes pra nós. Com as crianças que já sabem a verdade, é possível ver o respeito nos olhos e a alegria de hoje sabendo dessa magia, continuar compartilhando a mesma alegria e amor, o símbolo faz sentido e seu significado segue firme.
Desse modo, é possível vermos a criança ainda pedir que seja o papai Noel a entregar o seu presente. E ainda podemos ver uma enorme gratidão por aquele bom velhinho que se veste e contribui para essa noite tão especial.