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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Cura do Alzheimer?

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Estudo consegue reverter completamente Alzheimer apenas pela retirada de 1 enzima
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cerebro cranio alzheimer 0817 1400x800ANATOMY INSIDER/SHUTTERSTOCK
Pesquisadores norte-americanos encontraram um jeito de reverter completamente o Alzheimer em testes através da remoção gradativa de uma enzima que age no desenvolvimento da doença.




A descoberta dá margem para a criação de remédios que interrompam a doença e melhorem a função cognitiva, representando uma grande esperança a pacientes. Entenda:
Cientistas inibem enzima do Alzheimer
O estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa da Clínica Cleveland Lerner e publicado no Jornal de Medicina Experimental partiu do fato de que um dos primeiros eventos da doença de Alzheimer é o acúmulo anormal da proteína beta-amiloide, o que forma grandes placas no cérebro que prejudicam a função das sinapses neurais e, com isso, afetam a capacidade cognitiva do paciente.
Como a beta-amiloide é produzida por meio da enzima beta-secretase, uma estratégia para deter a moléstia seria inibi-la.
O grande problema é que essa substância desempenha diversas funções no organismo, e medicamentos para reduzi-la poderiam causar uma série de efeitos indesejáveis. Isso foi constatado em pesquisas com camundongos que apresentaram sérios defeitos no desenvolvimento neurológico.
Redução gradual
cerebro com alzheimer 1400x800 0617ALEXILUSMEDICAL/SHUTTERSTOCK
Assim, os estudiosos encontraram como solução desenvolver uma técnica para retirar a beta-secretase de ratos de forma gradual, conforme envelheciam. Com isso, eles permaneceram saudáveis ao longo do tempo e cresceram de maneira normal.
Então, os pesquisadores fizeram com que as cobaias desenvolvessem Alzheimer com 75 dias de vida e passassem pelo tratamento contra a enzima. Com o passar do tempo, foi notado que as placas de beta-amiloide foram significativamente reduzidas, até que sumiram por completo quando os camundongos completaram 10 meses de idade.
Os ratinhos ainda registraram melhora na capacidade de aprender e memorizar, mas exames eletrofisiológicos mostraram que apenas parte da função sináptica foi restaurada.
"Nossos dados mostram que os inibidores de beta-secretase têm o potencial de tratar pacientes com doença de Alzheimer sem toxicidade indesejada, porém são necessários estudos futuros para desenvolver estratégias que minimizem as deficiências sinápticas e alcancem benefícios máximos", explicou um dos autores, Riqiang Yan, do Departamento de Neurociência do Instituto de Pesquisa Lerner.
Jornada pela cura do Alzheimer
Cientistas descobrem verdadeira origem do Alzheimer e podem revolucionar tratamento
cerebro alzheimer ressonancia 0417 1400x800HAYDENBIRD / ISTOCK
Pesquisadores italianos acabam de anunciar uma descoberta que pode revolucionar o tratamento do Mal de Alzheimer, informa a agência de notícias ANSA.
Um estudo publicado no científico Nature Communications afirma que a origem da doença não é na área do cérebro relacionada à memória, como se pensava, mas sim na área relativa aos distúrbios de humor.








Origem do Alzheimer é descoberta
cerebro com alzheimer 1016 1400x800BECRIS/SHUTTERSTOCK
A pesquisa desvendou que o que causa o mal de Alzheimer é a morte de neurônios na área tegmental ventral do cérebro, região onde são produzidos os hormônios dopamina, um neurotransmissor ligado à variação de humor.
Até então, acreditava-se que a doença se devia à degeneração das células do hipocampo, parte cerebral responsável pela memória.
Em um efeito dominó, a morte das células que produzem dopamina prejudica a chegada desta substância ao hipocampo, causando uma pane que gera perda de memória.
A pesquisa foi realizada pela Universidade Campus Biomédico, em Roma, em colaboração com a Fundação IRCCS Santa Lucia e o Conselho Nacional de Pesquisas em Roma.






Caminho é inverso
thinkstockphotos 498980830THINKSTOCK
Com os novos dados, os cientistas entenderam que as mudanças de humor (como apatia, falta de interesse nas atividades diárias e, posteriormente, depressão) típicas nos pacientes com Alzheimer não são uma consequência da doença, e sim um sinal de alerta do início dela.
“A área tegmental ventral também libera dopamina na área que controla a gratificação. Assim, com a degeneração dos neurônios dopaminérgicos, aumenta também o risco da falta de iniciativa”, explica o coordenador do estudo Marcello D'Amelio, professor de Fisiologia e Neurofisiologia da universidade.
Tratamento promissor
A tese dos pesquisadores foi comprovada por um teste de laboratório feito com animais-modelo, no qual foram aplicados dois tipos de terapia visando restaurar os níveis de dopamina.Foi então observado que a tanto a memória quanto a motivação foram restauradas. “Perda de memória e depressão são dois lados da mesma moeda”, afirma D'Amelio.





Como retardar os efeitos do mal de Alzheimer
palavrs cruzadas cerebro 0916 1400x800JNE VALOKUVAUS/SHUTTERSTOCK
Atualmente, pacientes contam com tratamento medicamentoso para retardar os efeitos da doença, como o adesivo para Alzheimer.
No entanto, segundo explicou Mario Louzã, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (SP) ao Vix, isso não é suficiente: é preciso treinar o cérebro, estimulando as conexões entre os neurônios como fazemos com nossos músculos na academia.
“O cérebro é um órgão que se adapta continuamente aos estímulos exteriores, e vai aprendendo com cada nova experiência que temos ao longo da vida”, afirma. “Todas as atividades que de algum modo exigem algo do cérebro são úteis para manter a cognição”.
Alguns hábitos que retardam o Alzheimer são a prática de atividades físicas, leitura, jogos de raciocínio e realização de cálculos.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Alzheimer

O que acontece no cérebro de quem tem Alzheimer: morte das células e neurônios



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DANTE1969/SHUTTERSTOCK/VIX

Descoberto em 1906 pelo neurofisiologista alemão Alois Alzheimer, a doença conhecida como “mal de Alzheimer” afeta diretamente o cérebro de modo lento e progressivo.
Pouco a pouco, as funções cognitivas do cérebro dos pacientes são destruídas. Até hoje não há cura para a doença.
Atenção, memória, inteligência e linguagem são afetadas pelo Alzheimer devido à atuação de uma proteína que se chama “tau”.
A “tau” se acumula e forma barreiras entre as conexões cerebrais. Com o passar do tempo, ou seja, o avançar da doença, essas barreiras ficam mais fortes e destroem as conexões entre os neurônios do córtex, responsáveis pela emoção, inteligência e percepção do nosso cérebro.
Com isso, o córtex encolhe. Quando esse encolhimento chega ao hipocampo, local do cérebro onde se armazenam as memórias e também está associado à aprendizagem e às emoções, o Alzheimer progride para outras áreas do cérebro, causando a morte das células e dos neurônios.

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BLUERINGMEDIA/SHUTTERSTOCK/VIX

perda de memória no Alzheimer vai dos fatos mais recentes para os mais antigos. “Assim, a pessoa pode não se lembrar de algo que ocorreu há uma hora, mas é capaz de contar com detalhes algo que aconteceu muitos anos atrás”, explica Mario Louzã, médico psicanalista do Instituto de psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
“Esses danos são irreversíveis e alteram todo o funcionamento intelectual, afetivo, comportamental e, mais tarde, físico da pessoa”, de acordo com matéria publicada no Jornal Médico The Lancenet Neurology divulgada no Instituto Alzheimer Brasil.
“O paciente perde sua capacidade de pensar, aprender, lembrar, comunicar-se, realizar suas atividades e gerir sua vida com autonomia, necessitando de cuidados constantes de outra pessoa para continuar vivendo”.

Alzheimer causa morte celular dos neurônios


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HAYDENBIRD/ISTOCK

A ciência ainda não sabe dizer ao certo por que o Alzheimer causa uma morte celular, mas diversas análises microscópicas já foram feitas. A partir delas, é possível ter uma dimensão do estrago nos neurônios, causado pela proteína tau.
O tecido cerebral aos poucos se transforma em emaranhados, que os cientistas chamam de fosforilação da proteína tau. No entanto, essa é apenas uma das alterações patológicas do Alzheimer.

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JUAN GAERTNER/SHUTTERSTOCK/VIX

A outra alteração acontece devido à atuação da placa beta-amiloide. Mesmo quem não tem diagnóstico de Alzheimer produz essa placa, tanto que há evidências de que nossos neurônios precisam de uma pequena quantidade de beta-amiloide para funcionar direito.
Em relação ao Alzheimer, porém, a beta-amiloide tem uma concentração muito maior do que deveria nos neurônios. Elas surgem como pequenas pecinhas que formam um obstáculo na transmissão neuronal, bloqueando a sinalização das células (ou sinapses) e afetando a conexão das memórias dos pacientes.

Alzheimer no Brasil afeta 1,2 milhão de pessoas 


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DOCENT/SHUTTERSTOCK

Estima-se que a doença afeta pelo menos 50 milhões de pessoas em todo o mundo. Pelo menos 10% dos indivíduos com mais de 65 anos, e 40% dos que têm mais de 80, têm Alzheimer.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) calcula que no Brasil pelo menos 1,2 milhão de pessoas  têm a doença, classificada como neurodegenerativa.
Especialistas dizem que, em 2050, pelo menos 25% da população será idosa, por conta do aumento da longevidade em todo o mundo. Isso, naturalmente, levaria a um grande aumento de casos de Alzheimer.
Como é o caso de Antonio Alves, 79 anos, morador de São Paulo. Em entrevista ao Vix, sua filha, Zélia Alves (ambos não quiseram ser fotografados), contou que o pai começou perdendo as chaves até ir ao médico e ser diagnosticado com Alzheimer.
Quando Antonio descobriu que o estágio de sua doença estava bem avançado, em agosto de 2005, começou a ficar irritado com o excesso de preocupação da família. Não conseguia mais segurar a urina, mas não aceitava usar fraldas.
“Ele não gostava que dissessem o que deveria fazer para não se perder e pegou bronca dos filhos que mexiam nas suas coisas”, relembra Zélia.
“As pessoas acham que o começo é difícil, Mas o avanço da doença piora, porque tem que lidar com agressividade e com a demência, que é ainda mais complicado. Tem que ter amor e, principalmente, muita paciência”, disse.
“Comportamentos agitados e desconectados, como agressão verbal e física, hiperatividade motora, irritação persistente e vocalizações repetitivas prevalecem em pacientes com Alzheimer”, diz um estudo sobre as reações comportamentais da doença, realizado por pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington (EUA).

Descoberta de brasileiro pode prevenir Alzheimer


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DAVID RAMOS/STRINGER/GETTY IMAGES

Há muitos mistérios em torno do mal de Alzheimer, mas diversos especialistas têm se esforçado para encontrar novas soluções para prevení-lo.
O brasileiro Leandro Bergantin, especialista em biologia celular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), surpreendeu a comunidade científica ao desvendar o enigma do bloqueador de canal de cálcio, que pode aumentar e diminuir a pressão dos batimentos cardíacos dependendo da dosagem.
Esse enigma é conhecido como “paradoxo de cálcio”, por ativar um mecanismo diferente da célula a partir da quantidade que se ingere do medicamento.
Bergantin detectou que, com o uso correto do “paradoxo de cálcio”, a incidência ao mal de Alzheimer pode diminuir. “Ou seja, de 1.000 pacientes que não tomam medicamentos, 500 têm Alzheimer. Após esse medicamento, esse número cairia para 200”, exemplifica o pesquisador.
O estudo clínico foi realizado com mais de 60 mil pessoas. “A redução da incidência ao mal de Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas, como mal de Parkinson, era clara após tomar o medicamento”.
Em linhas gerais, a descoberta de Bergantin provou que um medicamento que foi feito para controlar hipertensão pode prevenir Alzheimer. “Então, pacientes com mais de 50 anos que tenham predisposição genética ao Alzheimer já poderiam tomar esse medicamento, para retardar o aparecimento”, diz o brasileiro. Ele disse que já entrou com pedido de patente na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para disponibilizar o medicamento no pré-tratamento de Alzheimer.

Cérebro com Alzheimer precisa de treino


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ANDREA DANTI/SHUTTERSTOCK

Por si só, tomar um medicamento de prevenção do surgimento do Alzheimer não é suficiente. É preciso ‘treinar’ o cérebro, estimulando as conexões entre os neurônios da mesma forma com que tonificamos nossos músculos na academia, por exemplo.
“O cérebro é um órgão que se adapta continuamente aos estímulos exteriores, e vai aprendendo com cada nova experiência que temos ao longo da vida”, afirma Mario Louzã. “Todas as atividades que de algum modo exigem algo do cérebro são úteis para manter a cognição”.
Mesmo num estágio avançado da doença, como é o caso de Antonio Alves, treinar o cérebro ainda é necessário. Zélia diz que uma das coisas que seu pai mais gostava de fazer era assistir aos jogos de futebol. “Sempre que tem jogo do São Paulo, coloco pra ele ver, porque sei que ele gosta. Ele pode não falar nada, mas se comunica com o olhar”.
Para estimular o exercício do pai, é comum que durante esses jogos Zélia entre no quarto e desligue a TV no meio da partida. “Ele me olha com uma cara feia! Mas faço isso pra deixar ele ativo, pra ter mesmo essa reação”.

Alzheimer: prevenção e cuidados

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019


Metas e objetivos de vida ajudam no bem-estar da mente
Se você não tem muitas metas de vida, veja por onde começar


Escrito por Adriana de Araújo
Psicologia - CRP 56802/SP
Por Especialistas - Em 7/10/2016

Desde cedo, algumas pessoas já se organizam com estratégias e planejados para um melhor resultado. Traçar metas e objetivos de vida é muito importante por várias razões, como:
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·         Ter mais motivação no dia a dia
·         Ser capaz de modificar estratégias e escolhas ao longo do processo
·         Avaliar os resultados durante o caminho
·         Autonomia
·         Liberdade
·         Independência
·         Maior segurança.
Como estabelecer minhas metas?
Existem muitas maneiras de estabelecer metas. Por exemplo, você pode começar com objetivos mais simples que você já sabe que consegue mais facilmente alcançar e depois ir aumentando a complexidade do que deseja. Há quem já comece com objetivos mais ousados e difíceis, porém, para que dê certo, é preciso organização e disciplina (que nem sempre é fácil). Quem se propõe a fazer algo é preciso estar compenetrado e focado no caminho do sucesso.
Entender melhor o modo de estabelecimento de objetivos para que essa ação ajude na motivação pessoal é essencial. Seguem algumas dicas abaixo. Procure responder de forma detalhada as perguntas que formulei, pois tenho certeza que vão lhe ajudar:
1) O que você quer?
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2) Como pretende alcançar seus objetivos?
3) Quais estratégias pretende usar?
4) Quem você conhece que sabe fazer o que você precisa?
5) Quando pretende começar?
6) Quando pretende terminar?
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7) Durante o processo, como vai mensurar suas conquistas?
A cada ação é possível avaliar o resultado e seguir em frente ou redirecionar o trajeto. Essas sete perguntas são muito úteis no processo de execução. Você agirá e mensurará os resultados obtidos.
Objetivo traçado: como começar?
É importante separar e entender a diferença entre construir um objetivo e construir a forma de atingir um objetivo.
Quais caminhos você vai criar ou percorrer para alcançar seus desejos? Quem não tem por hábito se planejar e acaba vivendo a vida sem programação, pode ter dificuldade de iniciar um plano de ação. Então, como seria esse começo? É importante ter objetivos em todas as áreas da vida? Ou ter apenas um objetivo seja ele profissional ou pessoal? Um ou outro já seria suficiente para termos bons resultados?
Para iniciar esse novo olhar para vida com metas e objetivos o melhor mesmo é começar por uma única área da vida que você consiga mensurar o resultado e que dependa mais de você do que dos outros. Além de ser mais fácil para você administrar o que quer. Sendo assim, você poderá responder em qual área da sua vida você tem maior autonomia para que esse seja o caminho do seu sucesso.

QUE TODOS OS SEUS OBJETIVOS SEJAM ALCANÇADOS EM 2020
Fim de ano chegou e não cumpri minhas metas, e agora?
Em vez de se culpar, veja como planejar melhor os objetivos do próximo ano


Escrito por Adriana de Araújo
Psicologia - CRP 56802/SP
Por Especialistas - Em 6/12/2016

Muitas pessoas se organizam para um ritual de planejamento no começo de janeiro de cada ano: fazer uma lista de objetivos a serem realizados nos próximos 12 meses. Nesse momento, os sonhos, desejos e expectativas ficam aflorados. É uma delícia pensar: "ano novo, vida nova". Essa energia de pensar no que se quer, em manter o que já se tem e ter força para alcançar novos desafios é mágico. É um período prospero para a leveza das nossas fantasias. Saber o que se quer, ter uma missão, um objetivo especial é mesmo um passo importante para várias pessoas. Porém, a frustração vem quando o ano termina e as metas foram pouco cumpridas ou não foram atingidas.
NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)
Os sentimentos mais comuns relatados por quem não teve o sucesso de concretizar seus sonhos são: frustração, culpa e medo. A frustração acontece, porque se acreditou ser capaz de realizar algo que não aconteceu. A culpa vem quando o ano acaba e ao olhar para trás a pessoa percebe que poderia ter tomado outros caminhos, ter feito escolhas diferentes e o mal-estar se instala.
"Se eu tivesse feito de outro jeito" é uma frase comum nesse momento de dor emocional. Porém, não passa de uma grande ilusão e confusão da mente. Olhar para trás nos serve de aprendizado para agir diferente no presente e futuro, mas jamais para imaginar um passado alternativo que nos puni sem oportunidade de defesa. O sentimento de medo faz parte da preocupação, por exemplo, de não ser capaz de agir de modo transformador numa próxima oportunidade.
Um bom caminho para não ativar esses sentimentos negativos é ,quando for fazer a lista de metas para o novo ano, ter uma avaliação se ela é uma lista de desejos aleatórios ou uma lista a ser realizada. Se for somente de sonhos, não haverá frustração caso não seja concretizada.
Se for mesmo um planejamento é preciso, então, outras estratégias, definir:
NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)
a) O que se quer: especificando o desejo;
b) Quando se quer: definir prazos;
c) Estabelecer formas de avaliar os resultados durante o processo nesse caminho de conquista;
d) Planejar como será feito.
BOAS FESTAS E SUCESSO EM SEU PLANEJAMENTO PARA 2020!