A sabedoria de educar nossos filhos....
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PSICOPEDAGOGIA NEUROPSICOLÓGICA - ESPAÇO PARA DISCUSSÃO DE TEMAS RELATIVOS A PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA. EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PSICÓLOGOS.REABILITAÇÃO COGNITIVA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA. TEMAS RELACIONADOS AO ESTUDO DA PSICOPEDAGOGIA, PSICOLOGIA CLÍNICA, NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA E REABILITAÇÃO COGNITIVA - DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM, SÍNDROMES DA APRENDIZAGEM - EDUCAÇÃO SEXUAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA
quarta-feira, 10 de junho de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
|
TERCEIRA E QUARTA IDADE
SUPLICAS
DE UM DEPRIMIDO
By: VMC – 04/02/14
Um novo ciclo se aproxima, mais uma etapa termina
Dor, sofrimento, solidão,
desligamento, MERA SOBREVIVENCIA! Autopunição , isolamento, orgulho ferido, reflexões deprimentes Consciência dos erros
cometidos ao longo dessa existência
Filhos distantes, vidas a parte. Netos?
Quem? Como? Todos em busca do sobreviver.... Sentimento de menos valia. Solidão
repleta de memórias negativas. Tentativas de identificar tantos erros ....
Incompetência para pontua-los, injustiças
de toda sorte!
Porque tanto sofrimento sem
conseguir identificar os próprios erros?
Porque ainda, em pleno gozo das faculdades mentais?
Será que errei tanto que nem
posso identificar os mais cruciais?
Onde foi que errei?? Meu
Deus! Por favor mostre-me!
Por caridade, diga-me!
Porque essa pergunta que não quer calar?!
Tenha compaixão pela minha
ignorância, permita-me redimir
Mostre-me, de modo direto e
objetivo, onde foi que errei...
Afinal sei que És conhecedor
de minhas limitações.
Juro que me esforçarei, me
dedicarei até o fim dessa trajetória Errante , mesmo não querendo mais viver
nenhuma vitória!
Prometo me redimir dos erros
do passado, ainda que não saiba quais... Se
for merecedora da graça de compreender ao menos o
porque de não querer viver mais.
Independentemente dos motivos que me induziram
a tantos enganos junto aos meus ancestrais !
Seja por ignorância, por fraqueza, ou, por total incompetência.
Por favor senhor! Mostre-me
o caminho.
Uma luz, uma causa, uma
fé...enfim, uma “bandeira” em nome da sobrevivência...
Prometo-lhe que, se ainda
tiver a saúde física e
psicológica....
Essa será minha caminhada.
Agora e sempre, amém!
SUPLICAS
DE UM DEPRIMIDO
By: VMC – 04/02/14
Um novo ciclo se aproxima, mais uma etapa termina
Dor, sofrimento, solidão,
desligamento, MERA SOBREVIVENCIA! Autopunição , isolamento, orgulho ferido, reflexões deprimentes Consciência dos erros
cometidos ao longo dessa existência
Filhos distantes, vidas a parte. Netos?
Quem? Como? Todos em busca do sobreviver.... Sentimento de menos valia. Solidão
repleta de memórias negativas. Tentativas de identificar tantos erros ....
Incompetência para pontua-los, injustiças
de toda sorte!
Porque tanto sofrimento sem
conseguir identificar os próprios erros?
Porque ainda, em pleno gozo das faculdades mentais?
Será que errei tanto que nem
posso identificar os mais cruciais?
Onde foi que errei?? Meu
Deus! Por favor mostre-me!
Por caridade, diga-me!
Porque essa pergunta que não quer calar?!
Tenha compaixão pela minha
ignorância, permita-me redimir
Mostre-me, de modo direto e
objetivo, onde foi que errei...
Afinal sei que És conhecedor
de minhas limitações.
Juro que me esforçarei, me
dedicarei até o fim dessa trajetória Errante , mesmo não querendo mais viver
nenhuma vitória!
Prometo me redimir dos erros
do passado, ainda que não saiba quais... Se
for merecedora da graça de compreender ao menos o
porque de não querer viver mais.
Independentemente dos motivos que me induziram
a tantos enganos junto aos meus ancestrais !
Seja por ignorância, por fraqueza, ou, por total incompetência.
Por favor senhor! Mostre-me
o caminho.
Uma luz, uma causa, uma
fé...enfim, uma “bandeira” em nome da sobrevivência...
Prometo-lhe que, se ainda
tiver a saúde física e
psicológica....
Essa será minha caminhada.
Agora e sempre, amém!
domingo, 31 de maio de 2015
Você tem ideia das "brincadeiras" que seus filhos estão realizando na escola, com a ajuda de um celular?
30/05/2015
13h38 - Atualizado em 30/05/2015 16h02
Em RR,
alunos passam mal após 'Charlie Charlie' e são levados à igreja
Caso ocorreu
nessa sexta (29) na zona Oeste de Boa Vista.
Samu foi
acionado mas disse não ser 'competente' para socorro, diz PM.
Inaê
BrandãoDo G1 RR
Adolescentes passaram mal após fazerem
brincadeira
'Charlie Charlie'
(Foto:
Reprodução/Vine/Salvador Raya)
Quatro
adolescentes foram levados a uma igreja pela Polícia Militar nessa sexta-feira
(29), após passarem mal depois de fazerem a brincadeira 'Charlie Charlie'. De
acordo com a polícia, os estudantes brincavam em um terreno baldio em frente da
Escola Estadual Doutor Luiz Rittler Brito de Lucena, no bairro Nova Cidade,
zona Oeste de Boa Vista, quando começaram a sentir um mal-estar. Ao todo, seis
viaturas foram deslocadas para atender a ocorrência.
Um policial,
que preferiu não se identificar, contou ao G1 que uma equipe foi informada pela
população de que estava ocorrendo uma confusão na escola. Chegando no local, os
policiais se depararam com uma aluna que afirmava estar com dores no estômago.
"Quando
a primeira viatura chegou tinha somente uma menina sentindo um mal-estar na
barriga. O colega pediu para ver o que estava acontecendo e ela caiu. Logo em
seguida outros dois caíram e começou aquele desespero", relatou o
policial.
A polícia só
entendeu o que estava acontecendo quando outro aluno mostrou um vídeo onde os
adolescentes apareciam brincando de 'Charlie Charlie'. "Os colegas pediram
apoio policial enquanto outras pessoas iam desmaiando e esperneando. Os alunos
se batiam e se jogavam nas paredes e nas árvores. Ficavam falando palavras com
vozes pesadas e os olhos reviravam. Parecia que tinha alguma coisa dentro deles
que girava por conta própria", detalhou.
Sem poder
controlar os estudantes, o Polícia Militar informou que a primeira providência
foi acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Eles relataram o
acontecido, mas foram informados que 'esse tipo de serviço não era de
competência deles [Samu]'. Diante disso, um dos policiais apresentou a ideia de
levar os adolescentes a uma igreja.
"Muita
gente estava em transe naquele momento, cerca de oito pessoas, mas conduzimos
somente as que estavam em estado mais grave, que eram quatro estudantes".
Segundo o policial, os adolescentes tinham entre 14 e 15 anos de idade.
Depois de passarem
por três igrejas que estavam fechadas, os policiais encontraram uma igreja
aberta na rua Estrela Dalva, no bairro Raiar do Sol. "Fiz contato com o
pastor que orou na cabeça de cada um e logo em seguida chegou mais uma jovem
que também estava brincando, tinha melhorado, mas acabou desmaiando no caminho
de casa".
saiba mais
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Alunos
alegam mal-estar após 'Charlie Charlie', e escola no AM convoca pais
Ainda
conforme relatos do policial, um dos policiais militares chegou a passar mal
também. "Ele tem um conhecimento religioso e como tinha um rapaz lá que
desafiava muito, fazia gestos, falava e gritava, ele resolveu tentor acalmar.
Quando conseguiu e saiu de perto do rapaz, também ele sentiu algo tomando conta
do corpo dele", contou, afirmando que o policial foi atendido pelo pastor
e se sentiu melhor.
Cerca de 3
horas após o início da ocorrência a situação começou a ser controlada. Depois
de se sentirem melhor, os adolescentes foram levados individualmente para suas
casas. "Conversamos com os responsáveis de todos e explicamos o que havia
acontecido", disse.
'Experiência
mais difícil que já passei', diz policial
Em 25 anos
de serviço na Polícia Militar, o policial afirmou que esta foi a experiência
mais complicada e diferentes que já teve que enfrentar durante a vida
profissional.
"Essa
noite foi bem complicada. Quando a gente passa por uma situação dessa acaba
ficando abalado. Nessa noite quando eu ia dormir, fechava os olhos e vinha
aquela imagem na cabeça. Trabalho como policial há 25 anos e essa foi a
experiência mais difícil que já passei. Estamos preparados para um tipo de situação
e quando envolve uma outra coisa, principalmente com a parte espiritual, a
gente fica um pouco perdido", disse.
'Histeria em
massa', afirma psicóloga
A psicóloga
Gabriela Matias explicou que o acontecido pode ser explicado pelo fenômeno da
'histeria em massa'. "É uma reação em massa. Um deles viu o outro passar
mal e aquilo reverberou em todos.Todo mundo espera que aconteça e todos os
envolvidos sentem alguma coisa", esclareceu.
Segundo
Gabriela, a psicologia da religião explica que esses fenômenos podem acontecer
de acordo com a crença da pessoa. "Elas estavam querendo, estavam
esperando e desejando aquilo. Eles estavam tão esperançosos que tivesse um
espírito e que o espírito fosse falar", comentou.
Sobre a
orientação que deve ser dada aos jovens, a psicóloga recomendou que o
interessante é não brincar com o que a gente não conhece.
"Se
você quer saber sobre espíritos, você deve estudar, pegar um livro de Allan
Kardec e estudar. A internet nos oferece várias informações. Claro que é
importante saber dosar o que é verdade e o que é mentira, mas tem sites
sérios", orientou a psicóloga.
Atendimento
do Samu
Em nota, o
Samu de Boa Vista informou que a denúncia de que a instituição deixou de ir ao
local é improcedente. De acordo com a nota, uma unidade de Suporte Básico foi
encaminhada à escola e um técnico em enfermagem e um socorrista aferiram, em
todos os envolvidos, a pressão arterial e fizeram a saturação de oxigênio.
Após a
verificação, os profissionais constataram que o caso se tratava de uma histeria
coletiva, na qual a resposta do organismo de alguns adolescentes está mais
propícia a causar desmaios. "O Samu enfatiza que, somente após todos terem
sido observados, houve a liberação dos adolescentes, ocorrida na própria
escola, pois não se tratava de um caso grave", informou a nota.
Olá para todos que me seguem nesse site!Aguardo seus comentários...
A DOR EMOCIONAL DA EXCLUSÃO NO GRUPO
Continuando nosso tema sobre
grupos, hoje atendi um pré-adolescente, classe média que estuda num colégio
também de classe média porém, tem colegas cuja condição financeira é superior a
dele. Como se trata de uma criança que já atendo há 5 anos. Cujo diagnóstico é dislexia
de desenvolvimento. Tem demonstrado excelentes resultados na leitura,
interpretação e principalmente na escrita.
Considerando o grau de exigência da escola que estudo, e, considerando o
apoio familiar completamente voltado para o desenvolvimento e superação dessa
dificuldade, poder-se-ia afirmar categoricamente que esse cliente está em
processo de pleno desenvolvimento cognitivo, psicomotor, restando apenas uma
melhor atuação no setor psicoemocional.
Excepcionalmente nessa semana ele
foi “excluído” de um convite do seu grupo de trabalho escolar para festejar o
sucesso de uma apresentação na escola. Ele tem consciência de que fez o seu
papel no grupo. Tem um convívio bom com todos os componentes. Acredita que a
apresentação foi boa....porém, não conseguiu compreender o porque que um dos
componentes do grupo que convidou todos para ir a sua casa para brincar e
festejar o trabalho, o excluiu!
Considerando que trata-se de um
pré-adolescente que ainda apresenta comportamento bastante imaturos
emocionalmente , é muito “mimado” pelos pais, é extremamente introspectivo e
extremamente sugestionável. Importante
ressaltar que nesse caso não se trata de bullying.(*). Trata-se de um pré-adolescente que faz parte de um grupo
(amplamente conhecido) que foi excluído de um momento de confraternização fora
do ambiente escolar.
Diante dessa situação,
considerando o que você já compreende
sobre o trabalho de grupo seja o familiar, o escolar, e futuramente o
profissional, qual a sua opinião?
OBS. (*) para lembrar o
significado do termo:
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a
todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e
repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais
indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir
outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo
realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e
b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças,
tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima
teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da
violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer
contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola,
faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e
entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência dobullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a
enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença
ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos nobullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As
pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a
violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do
agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado
e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando
sentimentos de medo e ansiedade.
As
crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa
autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo,
inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá
tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões
geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias
desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser
escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são
pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os
atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os
impede de solicitar ajuda.
No
Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e
particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades
brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e
Curitiba.
Os
atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa
humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause
dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor,
tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são
responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson
Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
In: http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm
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